Construção de Modelos Embriológicos com Massa de Modelar: uma nova ferramenta de ensino

Autores

  • Fernanda Alves Maia Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP
  • Maria Tereza Carvalho Almeida Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
  • Maria Rachel Alves Universidad Tecnológica Intercontinental - UTIC
  • Maria Thereza Gomes Caldeira Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
  • Maria Thereza Gomes Caldeira Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
  • Ana Cecília Oliveira Veloso Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
  • Edrei Maia Soares Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
  • Zeniclayton Lafetá Almeida Lima Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
  • Nair Amélia Prates Barreto Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP

Palavras-chave:

Educação médica; Materiais de ensino; Desenvolvimento humano; Embriologia; Aprendizagem baseada em problemas.

Resumo

O estudo da Embriologia Humana é complexo e requer a utilização de novas
metodologias para contribuir com a qualidade das aulas. Objetivo: Propor uma aula prática de embriologia
humana e avaliá-la como uma nova ferramenta de ensino-aprendizagem. Metodologia: Realizou-se aula
com massa de modelar com posterior avaliação da eficácia de ensino. Resultados: A maioria dos estudantes
afirmou que o dobramento embrionário e a formação do disco trilaminar foram os conteúdos da aula que
mais ajudou na aprendizagem. Em relação aos pontos positivos, 49% dos estudantes destacaram o fato da
aula melhorar a visualização do conteúdo estudado. Conclusão: A construção dos modelos embriológicos
com massa de modelar consistiu em uma importante ferramenta no processo ensino/aprendizagem.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

1. GINANI, F. et al. Use of Clinical
Cases in a Virtual Learning Environment as an
Approach to Teaching Human Embryology.
Int. J. Morphol, Temuco, v. 30, n 4, p. 1395-
1398, 2012. Disponível em: http://www.scielo.
cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0717-
95022012000400022&lng=es. http://dx.doi.
org/10.4067/S0717-95022012000400022. Acesso
em: 12 Out. 2013.
2. MOORE, K. et al. Embriologia Clínica. 8.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
3. MEDEIROS, L. S. et al. Direito de
acesso ao serviço de reprodução humana
assistida: discussões bioéticas. Ciênc. saúde
coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 3129-
3138, 2010. Disponível em: http://www.scielo.
br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
81232010000800017&lng=en. http://dx.doi.
org/10.1590/S1413-81232010000800017. Acesso
em: 12 Out. 2013.
4. LUNA, N. Natureza humana criada em
laboratório: biologização e genetização do parentesco
nas novas tecnologias reprodutivas. Hist. cienc.
saude-Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, p.
395-417, 2005. Disponível em: http://www.scielo.
br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
59702005000200009&lng=en. http://dx.doi.
org/10.1590/S0104-59702005000200009. Acesso
em: 08 Aug. 2013.
5. ASSMANN, A. et al. A embriologia humana
e a extensão universitária. Extensio: Revista
Eletrônica de Extensão, Santa Catarina, v.1, n. 0,
2004. Disponível em: https://journal.ufsc.br/index.
php/extensio/article/viewFile/1167/4367. Acesso
em: 09 Maio. 2010.
6. SADLER, T. W. Embriologia Médica,
Langman. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
7. YAMADA, S. et al. Graphic and movie
illustrations of human prenatal development and
their application to embryological education based
on the human embryo specimens in the Kyoto
collection. Developmental Dynamics, Malden,
v.235, n.2, p. 468-477, 2006.
8. HIB, J. Embriologia Médica. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
9. PEROTTA, B. et al. Demonstração prática
do desenvolvimento pulmonar humano. Arq.
Apadec, Maringá, v. 8, n.2, p.14, 2004.
10. CASAS, L. L. et al. Utilização de
jogos como recurso didático para o ensino de
embriologia. Disponível em: http://connepi.ifal.
edu.br/ocs/index.php/connepi/CONNEPI2010/
paper/viewFile/1551/1077. Acesso em: 09 Maio.
2010
11. AVERSI-FERREIRA, T. A. et al. Estudo
de neurofisiologia associado com modelos
tridimensionais construídos durante o aprendizado.
Bioscience Journal, Uberlândia, v.24, n.1, p. 98-
103, 2008.
12. AVERSI-FERREIRA, T. A. et al. Teaching
Embryology Using Models Construction in Practical
Classes. Int. J. Morphol, Temuco, v. 30, n. 1, p.
188-195, 2012. Disponível em: http://www.scielo.
cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0717-
95022012000100034&lng=es . Acesso em: 12
Out. 2013.
13. CAMPOS, L. M. L. et al. A produção de
jogos didáticos para o ensino de Ciências e Biologia:
uma proposta para favorecer a aprendizagem.
Caderno dos núcleos de ensino, 2003. Disponível
em: http://www.unesp.br/prograd/PDFNE2002/
aproducaodejogos.pdf . Acesso em: 08 Jun. 2013.
14. SANTOS, S. H. P. D. et al. Estudo do
desenvolvimento ósseo humano intra-uterino
através de um museu de ossos. Arq.Apadec,
Maringá, v. 8, n. 2, p. 29, 2004.
15 RODRIGUES, A. L. D. M. et al.
Embriologia prática – uma lição diferente. Arq.
Apadec, Maringá, v.8, n.2, p.11, 2004.
16 CARLSON, B. M. Embriologia Humana
e Biologia do Desenvolvimento. 1. ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan. 1996.
17 FREITAS, L. A. M. et al. Construção de
modelos embriológicos com material reciclável
para uso didático. Bioscience Journal, Uberlândia,
v. 24, n.1, p. 91-97, 2008.
18 RIBEIRO, M. G. Inclusão sócioeducacional no ensino de ciências integra alunos
e coloca a célula ao alcance da mão. Anais do 2º
Congresso Brasileiro de Extensão Universitária .
Encontro de extensão da Universidade Federal de
Minas Gerais; 2004 Set. 12-15 ; Belo Horizonte,
Brasil. Belo Horizonte, 2004. p.1-8.
19. PUERTA-FONOLLA, J. et al. Magnetic
resonance microscopy versus light microscopy in
human embryology teaching. Clin Anat, Malden, v.
17, n. 5, p. 429-435, 2004.
20. ARROYO-JIMENEZ, M. et al. Gross
anatomy dissections and self-directed learning in
medicine. Clin. Anat, Malden, v. 18, n. 5, p. 385-
391, 2005.
21. FERRAZ, D. F. Uso espontâneo de analogias
por professores de biologia e o uso sistematizado
de analogias: que relação? Ciência & Educação,
Bauru, v. 9, n. 2, p. 213-227, 2003.
22. CARVALHO, A. M. P. et al. Formação de
professores de ciências: tendências e inovações. 4.
Ed. São Paulo: Cortez, 2003.
23. ROGADO, J. A grandeza quantidade
de matéria e a sua unidade, o mol: algumas
considerações sobre dificuldades de ensino e
aprendizagem. Ciência e Educação, Bauru, v. 10,
n. 1, p. 63-73, 2004.
24. LEITE, A. C. S. et al. A importância das
aulas práticas para alunos jovens e adultos: uma
abordagem investigativa sobre a percepção dos
alunos do PROEF II. Revista da Faculdade de
Educação da UFMG, Belo Horizonte, v. 7, n. 3, p.
1-16. Disponível em: http://www.portal.fae.ufmg.
br/seer/index.php/ensaio/article/view/98/147.
Acesso em: 07 Abr. 2013.

Downloads

Publicado

2020-12-06

Como Citar

ALVES MAIA, F. .; CARVALHO ALMEIDA, M. T. .; RACHEL ALVES, M. .; GOMES CALDEIRA, M. T. .; GOMES CALDEIRA, M. T. .; OLIVEIRA VELOSO, A. C. .; MAIA SOARES, E. .; LAFETÁ ALMEIDA LIMA, Z. .; PRATES BARRETO, N. A. . Construção de Modelos Embriológicos com Massa de Modelar: uma nova ferramenta de ensino. Revista Unimontes Científica, [S. l.], v. 18, n. 1, p. 02–14, 2020. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/1819. Acesso em: 2 fev. 2023.

Edição

Seção

Artigos Originais

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)