https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/issue/feed Revista Unimontes Científica 2021-11-23T12:37:41+00:00 Alessandra Rejane Ericsson de Oliveira alessandra.ericsson@unimontes.br Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A <em>Revista Unimontes Científica</em> (RUC) é uma publicação periódica, técnico-científica, que tem por finalidade contribuir para divulgação, acesso e utilização do conhecimento produzido multidisciplinarmente.&nbsp; A RUC tem como missão ser instrumento no avanço do conhecimento técnico-científico gerado no rigor da metodologia da pesquisa e da ética, por meio da publicação de artigos de elevado mérito científico. Seu público-alvo são profissionais e estudantes de todas áreas do conhecimento, principalmente, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Humanas e Sociais. Caracteriza-se como periódico nacional, de circulação internacional que teve sua primeira edição publicada em 2001. Apresenta-se, também, pela chamada de dossiês temáticos, para promover a discussão de temas relevantes para o conhecimento científico.</p> https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4426 ESTUDO LONGITUDINAL DE INDIVÍDUOS COM DOENÇA DE CHAGAS DE REGIÃO ENDÊMICA BRASILEIRA: A COORTE SAMITROP 2021-07-27T00:10:30+00:00 Andréia Brito de Souza brito.ad2014@gmail.com Amanda Mota Lacerda amandamlacerda@yahoo.com.br Ariela Mota Ferreira arielamota@hotmail.com Renata Fiúza Damasceno damascenoenf@gmail.com Éster Cerdeira Sabino sabinoec@gmail.com Antônio Luiz Pinho Ribeiro tom1963br@yahoo.com.br Thallyta Maria Vieira thallytabio@gmail.com Desirée Sant'Ana Haikal desireehaikal@gmail.com Amanda Karoline Pinheiro Silva karolinepinheiro25@gmail.com <p>A coorte SaMi-Trop - Centro de Pesquisa em Medicina Tropical de São PauloMinas Gerais, um estudo multicêntrico de pacientes com Doença de Chagas – DC, idealizado por cientistas de quatro universidades públicas brasileiras, tem sido conduzida desde 2013 em regiões endêmicas do estado de Minas Gerais - MG. Objetivo: apresentar e descrever como está sendo conduzida a coorte SaMi-Trop e seus principais resultados, com um retorno local voltado aos gestores municipais. Métodos: os participantes foram recrutados através da base de dados da Rede de Teleassistência de Minas Gerais - RTMG. Até o momento, duas coletas foram realizadas, uma linha de base que ocorreu nos anos de 2013 e 2014 e um primeiro seguimento nos anos de 2015 a 2016. Resultados: participaram 2157 indivíduos na linha debase. Desses, 146 faleceram e 1709 se mantiveram no primeiro seguimento, após dois anos. A maioria dos participantes era do sexo feminino, apresentava idade até 60 anos, união estável e se autodeclararam não branco. Conclusão: a coorte tem contribuído com o avanço no conhecimento científico da DC. Seus resultados, também, devem subsidiar políticas públicas e estratégias para melhorar os serviços de saúde ofertados, de forma direcionada, às reais necessidades dos portadores de DC.</p> 2021-07-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4670 LEISHMANIOSE TEGUMENTAR EM UM MUNICÍPIO DO NORTE DE MINAS GERAIS: ASPECTOS CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICOS E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL 2021-10-22T00:54:39+00:00 Renata Luiz Ursine reursine@gmail.com Emanuelle de Moura Santos Xavier emanuellemsx88@gmail.com Maria Suely Fernandes Gusmão suelyfergusmao@gmail.com Hildeth Maisa Torres Faria maisinhafarias@gmail.com Marília Fonseca Rocha rfmarilia@hotmail.com Agna Soares da Silva Menezes agna.menezes@saude.mg.gov.br Renata Fiúza Damasceno damascenoenf@gmail.com Ariela Ferreira Mota Mota arielamota@hotmail.com Silvio Fernando Guimarães de Carvalho guimaraescarvalho@yahoo.com.br Thallyta Maria Vieira thallyta.vieira@unimontes.br <p>Objetivos: Analisar aspectos clínicos, epidemiológicos e a distribuição espacial da Leishmaniose Tegumentar em um município endêmico do Brasil (2012-2019). Métodos: Estudo epidemiológico, transversal e descritivo, realizado a partir de dados de Leishmaniose Tegumentar registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação e no Sistema de Informação de Mortalidade. A análise estatística descritiva contemplou variáveis sociodemográficas e variáveis referentes à forma clínica, tratamento e evolução do caso. A análise de distribuição espacial foi realizada no software QGIS 3.4. Resultados: Foram<br>registrados 380 casos de Leishmaniose Tegumentar, sendo a maioria dos pacientes do sexo masculino, adultos, que residiam na zona urbana. A principal forma de manifestação clínica foi cutânea (93,9%); o antimonial pentavalente foi a droga de primeira escolha administrada em 75,5% dos pacientes; 95,0% dos casos evoluíram para cura; 1,3% evoluíram para óbito<br>(idade média: 61,8 anos; 60% possuíam coinfecção com HIV). As maiores taxas de incidência foram encontradas na região Oeste da cidade. Conclusões: No município estudado, diferentemente da maioria das regiões do Brasil, a Leishmaniose Tegumentar apresentou um perfil de ocorrência predominantemente urbano. Espera-se que este estudo possa contribuir<br>com um melhor entendimento da epidemiologia desta doença e que possa nortear a elaboração de estratégias de controle.</p> 2021-10-22T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4555 EPIDEMIOLOGY AND TREATMENT OF FUNGAL INFECTIONS IN ONCO-PEDIATRIC PATIENTS AT A REFERRAL HOSPITAL 2021-09-03T01:55:07+00:00 Jéssica Neves Bitencourt jsknevesb@gmail.com Lillian Morais Silva moraisliams@gmail.com Renata de Bastos Ascenço Soares renatasuarezbastos@gmail.com Cássia Silva de Miranda Godoy cassiamirandagodoy@hotmail.com <p>Aim: to identify the epidemiology of fungal infections in the pediatric service of a reference hospital for the treatment of cancer for 2016 to 2019, through the dispensing of antifungal drugs by the hospital pharmacy. Methods: Retrospective cohort analysis of 1.211 antifungal requests. Results and Discussion: 1.211 treatments with antifungal agents were performed in the period, with 71.9% of cases treated with empirical therapy, 64.1% of cases of mucocutaneous candidiasis and with the use of nystatin in 48.6% of cases. There were 114 episodes of IFIs, in which probable fungal pneumonia represented 40.4% of the therapeutic<br>indications, based on suggestive tomographic images and clinical and epidemiological criteria in 40.3% of cases. Conclusions: There was an agreement between the epidemiology of fungal infections and the worldwide epidemiology, but there was disagreement between the therapies applied in the study hospital and the recent guidelines.</p> 2021-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4716 TUBERCULOSE RESISTENTE E MULTIRRESISTENTE NO BRASIL 2021-11-07T03:22:08+00:00 Caroline Coelho de Oliveira carolinecoelhodeoliveira@gmail.com Eduarda Martins Cruz martinseduaeda88@gmail.com Gabriela Drummond Magalhães gabriela.gdm@hotmail.com Mariana Veloso Suzart marianavsuzart@outlook.com Mateus Augusto de Prince mateus.prince@soufunorte.com.br Camila Teles Gonçalves camilatelesg@hotmail.com Jaqueline Teixeira Teles Gonçalves jaquelinettg@gmail.com Luçandra Ramos Espírito-Santo la_lu_joao@hotmail.com Carlos Eduardo Mendes D’Angelis carlos.dangelis@unimontes.br Karina Andrade de Prince karina.prince@professor.unifipmoc.edu.br <p>Objetivo: Analisar os casos de tuberculose resistente e multirresistente no Brasil, no período de 2009 a 2018. Métodos: Trata-se de um estudo, retrospectivo, descritivo, quantitativo, de base documental. Teve como universo de pesquisa a base de dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN). Resultados: No Brasil, foram notificados 1795 casos de tuberculose<br>resistente e 1577 de multirresistente. O número de casos aumentou expressivamente entre 2010 e 2017. Teve predomínio no sexo masculino (71,47 %), na faixa etária entre 25-44 anos (41%), com 1º grau incompleto (43,44%), nas raças branca (37,6%) e parda (36,84%) (p &lt; 0,001). Os casos novos (45,97%) e de reingresso após abandono (28,34%), apresentaram os maiores percentuais (p &lt; 0,001). Indivíduos alcoolistas (p 0,002), portadores de HIV (p &lt; 0,001), com a forma pulmonar (p 0,023), e<br>com abandono do tratamento (p &lt; 0,001), tiveram maiores percentuais de resistência adquirida. No entanto, portadores da forma extrapulmonar (p 0,023) e que evoluíram à cura, apresentaram maiores percentuais de resistência primária (p &lt; 0,001). Conclusão: A tuberculose se mantém, como doença de alta incidência/prevalência no Brasil e, que apesar dos investimentos o percentual de casos de resistência permanece alto, trazendo importantes repercussões clínicas e epidemiológicas.&nbsp;</p> 2021-11-09T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4714 SARAMPO: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E COBERTURA VACINAL 2021-11-07T02:43:14+00:00 Bruna Mendes Santos mendes.bruna@outlook.com Ênata Luisa Oliveira Guimarães enata.guimaraes@aluno.unifipmoc.edu.br Igor Antonio Tolentino Narciso igor.narciso@gmail.com João Claudio Prates Medeiros joaoclaudioprates@hotmail.com João Paulo Drumond Pires Gorayeb joao.gorayeb@aluno.unifipmoc.edu.br Júlia Soares Oliveira juliasoaresoliveir@gmail.com Karina Andrade de Prince karina.prince@professor.unifipmoc.edu.br <p>Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico e a cobertura vacinal do sarampo no Brasil no período de 2011 a 2020. Método: Trata-se de um estudo, retrospectivo, descritivo, quantitativo, de base documental, com busca nas bases de dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde e do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), ambas disponibilizadas pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS). Resultados: No período avaliado, de 2011 a 2020, foram registrados 2.722 casos de internações por Sarampo no Brasil, com aumento de 1.445% nos anos de 2018 e 2019 e predomínio de ocorrências na região Norte (45,0%). A partir de 2015 até 2020, houve um decréscimo da cobertura vacinal (19,32%) e aumento na taxa de mortalidade nos anos seguintes. A doença teve predomínio no sexo masculino (52,76%), em menores de 1 ano (37,29%) e na cor/raça parda (50,55%). 7,64% das internações foram em hospitais públicos e o maior número foi por urgência (92,32%). Quanto aos gastos relacionados às internações, 7,47% foi destinado a pacientes internados em regime público Conclusão: Nota-se a necessidade de adesão à vacinação para controle dos surtos, diminuição dos gastos e melhoria da qualidade de vida.&nbsp;</p> 2021-11-09T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4730 HISTÓRIA EM QUADRINHOS COMO FERRAMENTA PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM SOBRE O NOVO CORONAVÍRUAS 2021-11-15T16:05:39+00:00 Waldemar de Paula-Júnior waldemar.junior@unimontes.br Francisco Ferreira de Lima-Neto fconeto.lima@gmail.com Nathália Zenaide Durães Soares nduraes370@gmail.com Vitória Louise Mendes Fonseca vitorialouisefonseca@gmail.com Renata Cristina Rezende Macedo do Nascimento renata.nascimento@ufop.edu.br Andrea Grabe-Guimarães grabe@ufop.edu.br <p>O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma história em quadrinhos, exemplo de metodologia ativa de ensino, relacionando sistema imunológico e o novo coronavírus, para potencializar o processo de ensino-aprendizagem. Possui, ainda, a finalidade de levar o leitor ao aprendizado científico e ao conhecimento de mundo, para que ele reflita em novas perspectivas. Foi elaborada uma história em quadrinhos (HQ) simulando a infecção pelo SARS-CoV-2 em um organismo humano. Foram enumerados os constituintes do sistema imunológico (macrófago, linfócito B, linfócito T citotóxico, linfócito T helper, célula natural killer, célula dendrítica, neutrófilo, eosinófilo, basófilo, IgA, IgG, IgM, citocinas e sistema complemento) capazes de atuar nessa infecção. As respostas imunológicas e os mecanismos de ação dos componentes do sistema imunológico foram relacionados com a infecção provocada pelo novo coronavírus. Foi utilizada uma linguagem acessível a pessoas de todas<br>as idades e diferentes graus de instrução. A HQ produzida pode representar resultado positivo no aprendizado do conteúdo de imunologia associado ao novo coronavírus ou potencializar informações já adquiridas. Para os autores, foram observadas habilidades como iniciativa, trabalho em equipe, além da capacidade de comunicação e de síntese. O presente trabalho<br>pode ser utilizado associado a outras metodologias ativas de aprendizagem e, sobretudo, servir de inspiração para que novas abordagens educacionais sobre o novo coronavírus sejam criadas.</p> 2021-11-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4717 EPIDEMIOLOGIA DOS PACIENTES COM HIV/AIDS ATENDIDOS EM UM CENTRO DE REFERÊNCIA EM DOENÇAS INFECCIOSAS 2021-11-07T03:31:04+00:00 Samuel da Silva Gomes samuelgomesi@icloud.com Letícia de Melo Mota infectusdi@gmail.com <p>A infecção pelo vírus HIV e sua forma sindrômica manifestada na AIDS são um grave problema de saúde pública, que afeta populações em diferentes estratos sociais, com manifestações clínicas e sistêmicas inversamente proporcionais à contagem de Linfócitos T CD4+. Objetivo: Avaliar dados epidemiológicos em um centro de referência para tratamento de paciente vivendo com HIV/AIDS. Método: Trata-se de um estudo descritivo retrospectivo, baseado na coleta de dados feita através da revisão dos prontuários dos pacientes ativos, em seguimento ambulatorial regular, sobre a população de portadores de HIV/AIDS atendidos em um centro de referência em Montes Claros – MG. Resultados: Verificou-se, do total de pacientes avaliados que, quanto à terapia antirretroviral (TARV), 94,2% estava em uso de TARV; que 66% dos pacientes possuíam carga viral indetectável e que as doenças oportunistas apresentadas por portadores de HIV/AIDS foram documentadas em 158 pacientes (51% do total de pacientes), sendo a pneumocistose a condição mais prevalente. Conclusão: A taxa de pacientes sem TARV alerta para uma revisão desses no intuito de iniciar a introdução de terapia antirretroviral o mais precoce possível, bem como identificar os<br>esquemas antirretrovirais utilizados e adequá-los de acordo com as novas recomendações.</p> 2021-11-09T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4715 FEBRE HEMORRÁGICA DA DENGUE: ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E ECONÔMICOS NO BRASIL 2021-11-07T03:01:32+00:00 Aline Camargo de Oliveira line.camargo@hotmail.com Ana Laura Oliveira Santos Dias Guimarães analaurag_@hotmail.com Gabriela Lopes Antunes gabrielalopesantunes@gmail.com Larissa Maria Almeida Ramos lariis3@hotmail.com Maria Cecília Drumond Cruz de Sales Maria.sales@aluno.unifipmoc.edu.br Melanie Monteiro Rodrigues melanie_monteiro@yahoo.com Karina Andrade de Prince karina.prince@professor.unifipmoc.edu.br <p>Objetivo: Analisar o perfil clínico, epidemiológico e econômico da febre hemorrágica da dengue no Brasil. Método: Trata-se de um estudo, retrospectivo, descritivo, quantitativo, de base documental. Teve como universo de pesquisa a base de dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde, referente as internações, no período de 2011 a 2020. Resultados: No período avaliado foram registrados um total de 19.852 internações e 1.047 óbitos (5,27%) por febre<br>hemorrágica da dengue no país. A região Sudeste (33,2%) e Nordeste (30,9%), apresentaram maiores internações e, a maior taxa de mortalidade ocorreu na região Sul (8,6%). Houve predomínio no sexo feminino (52,26%), na faixa etária 10-19 anos (18,55%) e na cor/raça parda (42,75%). A respeito do regime e caráter das internações, 34,44% foram em hospitais públicos e 95,8% por urgência. A maioria dos óbitos ocorreu entre pacientes do sexo masculino (52,24%) e na faixa etária acima dos 70<br>anos (17,48%). O valor total gasto com as internações foi de 11.936.607,81 reais, dos quais 34,44% foram destinados às internações do sistema público. Conclusão: As internações em decorrência dessa doença se encontram elevadas no Brasil, predominante em mulheres, jovens e pardas, proporcionando altos custos para a saúde pública do país.</p> 2021-11-09T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4718 DOZE ANOS DE DIAGNÓSTICO DE NEUROMICOSES EM UNIDADE ONCOLÓGICA: SÉRIE DE CASOS E REVISÃO SISTEMÁTICA 2021-11-07T03:44:47+00:00 Monia Rieth Corrêa monia.rc@hotmail.com Isabela Penha Martins de Araújo isabelapmaraujo@gmail.com Renata de Bastos Ascenço Soares renatasuarezbastos@gmail.com Cássia Silva de Miranda Godoy cassiamirandagodoy@hotmail.com <p>Objetivo: Elucidar o processo de diagnóstico cirúrgico de Neuromicoses e implicações prognósticas em uma unidade oncológica, entre os anos de 2009 e 2020. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo em que foram analisados 129 laudos<br>anatomopatológicos negativos para neoplasia, dos quais quatro casos concluíram etiologia fúngica, sendo três paracoccidioidomicose e um mucormicose. Uma revisão sistemática da literatura foi conduzida para referencial teórico, que levantou 77 casos para comparação. Resultados e Discussão: Os achados apresentados nesse estudo superaram a incidência<br>mundial documentada de neuroparacoccidioidomicose em mais de 2 vezes. Nessa série, a mucormicose do sistema nervoso central refletiu apresentação típica de doença rinocerebral, com desfecho fatal. Todos os pacientes desse estudo eram HIV negativos, mas provenientes de áreas endêmicas do Centro-Oeste e Sudeste brasileiros, além de possuírem fatores de risco<br>para infecções fúngicas invasivas e demonstrarem focos de acometimento extracraniano. Considerações finais: A ausência de investigação sobre o comprometimento em outros órgãos, bem como a espera por procedimento neurocirúrgico para o diagnóstico estão associadas a prejuízos à terapia adequada e tempo de hospitalização prolongada, que expõe os pacientes a maior risco de infecções nosocomiais. A subnotificação estatística supõe obstáculo importante ao avanço dos estudos em Neuromicoses, por isso é necessário investir em sistemas nacionais de vigilância e transformar as micoses endêmicas em doenças de notificação compulsória.&nbsp;</p> 2021-11-11T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4654 HISTOPLASMOSIS IN NON-HIV IMMUNOCOMPROMISED PATIENT RESIDING IN A NON-ENDEMIC AREA IN BRAZIL 2021-10-13T17:04:04+00:00 Thatyana Siqueira Gonçalves thatysiqueeira@gmail.com Laura Pazinato Ritter lauritter@gmail.com Taiguara Fraga Guimarães taiguaramed@gmail.com Cássia Silva de Miranda Godoy cassiamirandagodoy@hotmail.com Renata de Bastos Ascenço Soares cassiamirandagodoy@hotmail.com <p>Introduction: Histoplasmosis is a fungal disease, caused by Histoplasma capsulatum. Goal: To report a case of an immunocompromised patient with diagnosis of histoplasmosis in a non-endemic region. Methodology: Case report. Case report: Patient carrier of rheumatoid arthritis, makes continuous use of methotrexate and has reported contact with large amount of bat guano. Result of cervical lymph node culture was positive for H. capsulatum. Discussion: The infection was presented related to drug-induced immunosuppression in a non-endemic area. Conclusion: In view of the location where the infection occurred, the geographic expansion of the disease and the importance of this report for the literature are clear.</p> 2021-10-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4503 SÍFILIS CONGÊNITA NO BRASIL: PANORAMA ATUALIZADO DA INCIDÊNCIA E FATORES DE INFLUÊNCIA 2021-08-21T22:40:47+00:00 Beatriz Dias Freitas bia382008@gamil.com Karoliny Marques do Carmo Santana karoliny.marques@hotmail.com Natália Lopes de Freitas natalialopes.nlf@gmail.com Joel Antônio Cordeiro de Abreu joelabreu1993@gmail.com Fabiana Brandão fabianabrandao@unb.br <p>Objetivo: destacar fatores de risco e discutir o panorama atual da Sífilis congênita no Brasil. Métodos: trata-se de uma revisão integrativa de literatura, baseada no modelo PRISMA com busca de artigos nas bases de pesquisas biomédicas Pubmed e Science Direct, em um intervalo de publicação de 2011 a 2020, o que resultou na produção de um fluxograma, seguindo as etapas de identificação, seleção e inclusão dos dados. Resultados: foi observado um aumento significativo na incidência de casos de sífilis gestacional e congênita na última década. Além disso, foi possível o levantamento de grupos que apresentam maior propensão em transmitir a sífilis congênita; sendo as mulheres com baixa escolaridade, em vulnerabilidade socioeconômica, em uso de drogas ilícitas, durante a gravidez, autodeclaradas pretas ou pardas e a alta incidência de sexo desprotegido, as casualidades que levaram ao aumento dos casos. Considerações finais: este estudo sugere possíveis<br>falhas do sistema de saúde em oferecer um pré-natal adequado, diagnóstico assertivo de sífilis e outras ISTs, tratamento correto e campanhas de conscientização que alcance os grupos de maior propensão.</p> 2021-08-22T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4554 ASPECTOS IMUNOLÓGICOS DAS LEISHMANIOSES DERMOTRÓPICAS E VISCEROTRÓPICAS 2021-09-03T01:42:23+00:00 Dara Karen Freire de Oliveira darakaren2@gmail.com Maria Eduarda Henrique da Silva Soares ma.eduardahenriquee@gmail.com Kalyne Monyque Lopes de Brito kalynemonyque@gmail.com Edvan Soares de Lira edvan.lira@ufpe.br Francisca Janaina Soares Rocha janaina.srocha@ufpe.br <p>Objetivo: revisar os aspectos imunológicos das leishmanioses dermotrópicas e viscerotrópicas. Métodos: foi realizada uma revisão de literatura narrativa, através de artigos das bases de dados Pubmed, Scielo e BVS, utilizando os descritores: Leishmaniose cutânea, Leishmaniose visceral, Citosinas, Interleucinas e Imunologia. Foram utilizados critérios de inclusão estudo de revisão sistemática e ensaio clínico controlado. A amostra total gerou 436 artigos dos quais foram selecionados 22 artigos. Resultado: o principal mecanismo de controle da Leishmania é a imunidade celular, tanto inata quanto adaptativa. Entretanto anticorpos e o sistema complemento podem também destruir o parasito. O sistema imune inato atua confinando e reconhecendo o patógeno para produzir espécies reativas de oxigênio que podem causar a morte do parasita. O sistema imune adaptativo age tanto apresentando antígenos aos linfócitos T virgens como produzindo interleucina 12. Considerações finais: a resistência e a susceptibilidade à infecção estão associadas ao nível de expansão de células Th1 e Th2, respectivamente. Com isso, o resultado clínico da infecção por Leishmania depende do equilíbrio entre as citocinas que ativam as células Th1 e Th2. Portanto, a diferença no combate a leishmaniose dermotrópica e viscerotrópica está na expressão do perfil TCD4+ e suas citocinas produzidas.</p> 2021-09-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/4740 Editorial - Dossiê Doenças Infecciosas e Parasitárias 2021-11-23T12:37:41+00:00 2021-11-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Unimontes Científica