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A Revista Unimontes Científica informa que está recebendo artigos na categoria fluxo contínuo.

  • Chamada para Dossiê Temático Doenças Infecciosas e Parasitárias (Neglicenciadas ou Não)

    2021-05-15

    Vivemos a era das mais marcantes desigualdades e, sob as asas da pobreza, pairam, por todo o mundo, doenças negligenciadas, emergentes e reemergentes. O complexo universo dos agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e protozoários) e parasitários faz doer, inchar, coçar e sangrar as feridas das iniquidades em saúde, causando sequelas irreversíveis. No reino do desamparo, quase dois bilhões de pessoas sofrem com essas doenças e mais de um milhão de mortes poderiam ser evitadas no mundo, a cada ano. Além dos mosquitos, barbeiros, caramujos e tantos outros, a vulnerabilidade, sobretudo dos que vivem à margem da sociedade, é o vetor essencial da maior carga de doenças. Não se trata apenas de doenças negligenciadas, mas sim de pessoas negligenciadas. Não é só falta de moradia, mas sim o estar desabitado de assistência. Os investimentos em pesquisa são escassos, falta interesse na produção de novos medicamentos e de vacinas, falta água tratada, falta acesso ao sistema de saúde, falta informação. Diante disso, cabe a nós olhar com os olhos de sentir e, com mãos de fazer, mobilizarmos para alcançar a margem, a outra margem e quantas mais forem necessárias para se cumprir a travessia. É preciso que tenhamos ações de educação em saúde e estratégias eficazes de prevenção, diagnóstico, controle ou erradicação dessas doenças. Ainda que em momentos tempestuosos, o tempo é agora. Na atual pandemia, por desarticulação do sistema de saúde, as doenças estão ainda mais negligenciadas e relegadas. Por outro lado, os esforços vistos na luta contra o SARS-CoV-2 demonstram que é possível acelerar as fases de desenvolvimento de medicamentos e de vacinas. Que esse legado seja inspiração, ainda maior, para unir diferentes áreas do conhecimento com o objetivo comum de combater as doenças há décadas negligenciadas. A partir desse cenário, é com grande satisfação que convidamos vocês, prezados pesquisadores e universitários, a apresentarem artigos para publicação nesse periódico. Pretende-se oferecer, com esse número temático da RUC, um espaço para diálogos científicos na forma de trabalhos originais, relatos de caso, artigos de atualização e de revisão, artigos de opinião e notas sobre conhecimentos no campo das doenças infecciosas e parasitárias (negligenciadas ou não), seus agentes e vetores nos seres vivos, além das consequências na saúde pública. 

     

     

    Saiba mais sobre Chamada para Dossiê Temático Doenças Infecciosas e Parasitárias (Neglicenciadas ou Não)
  • Chamada para Dossiê Temático Doenças Infecciosas e Parasitárias (Neglicenciadas ou Não)

    2021-05-15

    Vivemos a era das mais marcantes desigualdades e, sob as asas da pobreza, pairam, por todo o mundo, doenças negligenciadas, emergentes e reemergentes. O complexo universo dos agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e protozoários) e parasitários faz doer, inchar, coçar e sangrar as feridas das iniquidades em saúde, causando sequelas irreversíveis. No reino do desamparo, quase dois bilhões de pessoas sofrem com essas doenças e mais de um milhão de mortes poderiam ser evitadas no mundo, a cada ano. Além dos mosquitos, barbeiros, caramujos e tantos outros, a vulnerabilidade, sobretudo dos que vivem à margem da sociedade, é o vetor essencial da maior carga de doenças. Não se trata apenas de doenças negligenciadas, mas sim de pessoas negligenciadas. Não é só falta de moradia, mas sim o estar desabitado de assistência. Os investimentos em pesquisa são escassos, falta interesse na produção de novos medicamentos e de vacinas, falta água tratada, falta acesso ao sistema de saúde, falta informação. Diante disso, cabe a nós olhar com os olhos de sentir e, com mãos de fazer, mobilizarmos para alcançar a margem, a outra margem e quantas mais forem necessárias para se cumprir a travessia. É preciso que tenhamos ações de educação em saúde e estratégias eficazes de prevenção, diagnóstico, controle ou erradicação dessas doenças. Ainda que em momentos tempestuosos, o tempo é agora. Na atual pandemia, por desarticulação do sistema de saúde, as doenças estão ainda mais negligenciadas e relegadas. Por outro lado, os esforços vistos na luta contra o SARS-CoV-2 demonstram que é possível acelerar as fases de desenvolvimento de medicamentos e de vacinas. Que esse legado seja inspiração, ainda maior, para unir diferentes áreas do conhecimento com o objetivo comum de combater as doenças há décadas negligenciadas. A partir desse cenário, é com grande satisfação que convidamos vocês, prezados pesquisadores e universitários, a apresentarem artigos para publicação nesse periódico. Pretende-se oferecer, com esse número temático da RUC, um espaço para diálogos científicos na forma de trabalhos originais, relatos de caso, artigos de atualização e de revisão, artigos de opinião e notas sobre conhecimentos no campo das doenças infecciosas e parasitárias (negligenciadas ou não), seus agentes e vetores nos seres vivos, além das consequências na saúde pública. 

     

     

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