El tipiti de colonialidades: opresión e insurgencias en las prácticas de profesores en comunidades amazónicas ribereñas
DOI:
https://doi.org/10.46551/emd.v9n16a29Palabras clave:
Comunidades Ribereñas, Prácticas de Profesores, Enseñanza de Matemáticas, DecolonialidadResumen
Este artículo presenta resultados de una tesis doctoral que analizó huellas y efectos de la colonialidad en las prácticas de docentes de matemáticas en comunidades ribereñas rurales de Manaus. De los diálogos con los participantes surgió la noción de Tipiti de Colonialidades, inspirada en la tecnología ancestral usada por pueblos originarios para exprimir la yuca brava y transformarla en alimento. Como marco teórico, se articulan el Pensamiento Decolonial y la Etnomatemática para vislumbrar caminos de insurgencia en la enseñanza. Los hallazgos muestran que, aunque la gestión escolar pública tiende a alejar a los estudiantes de sus territorios, los docentes generan estrategias de subversión del Tipiti de Colonialidades, siguiendo aprendizajes de los pueblos originarios.
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