ALEITAMENTO MATERNO E LEIS TRABALHISTAS: ESTUDO COM TRABALHADORAS DOMÉSTICAS

Autores

  • Aglair Alves da Silva Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Jessie Kelly Fernandes da Silva Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Ronilson Ferreira Freitas Faculdades Integradas do Norte de Minas – FUNORTE
  • Cynthia Lessa da Costa Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF
  • Angelina do Carmo Lessa Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Resumo

Objetivou-se verificar o conhecimento e a experiência das trabalhadoras domésticas em relação às leis que protegem a lactante. Aplicou-se um questionário semi-estruturado sobre questões de trabalho/aleitamento. Realizou-se analises descritivas com medidas de tendência central e dispersão. Foram pesquisadas 52 mulheres. Sobre as leis trabalhistas, 53,8% disseram desconhecê-las. A formalização do vínculo trabalhista foi observada em 36,7% das mulheres. Sobre a influência do trabalho na decisão de introduzir outro leite ou alimentos complementares antes dos 6 meses de vida, 40% responderam que influenciaram. 23,1% das mulheres afirmaram não saber o que é amamentação exclusiva. Questionadas sobre o tempo que a criança deve ser amamentada, 55,9% das mães responderam que deve ser de até 6 meses de idade. O cenário aqui descrito demonstra situação de precariedade do vínculo empregatício.

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Publicado

2020-03-17

Como Citar

Alves da Silva, A. ., Kelly Fernandes da Silva, J. ., Ferreira Freitas, R., Lessa da Costa, C. ., & do Carmo Lessa, A. . (2020). ALEITAMENTO MATERNO E LEIS TRABALHISTAS: ESTUDO COM TRABALHADORAS DOMÉSTICAS. Revista Desenvolvimento Social, 22(1), 75-84. Recuperado de https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/1349

Edição

Seção

Artigos