Revista Desenvolvimento Social https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds <p align="justify">A Revista Desenvolvimento Social (RDS) é um periódico eletrônico vinculado ao <a href="https://www.posgraduacao.unimontes.br/ppgds/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Social da Universidade Estadual de Montes Claros (PPGDS/Unimontes)</a>. Criada em 2008, a revista tem por objetivo publicar artigos, dossiês, ensaios, resenhas e demais formatos de textos acadêmicos que apresentem abordagens teóricas e experiências empíricas sobre os impactos e as controvérsias do desenvolvimento social em diferentes contextos.</p> Editora Unimontes pt-BR Revista Desenvolvimento Social 1982-8608 <p>Esta licença permite que outros(as) façam <em>download</em> do trabalho e o compartilhe desde que atribuam crédito ao autor(a), mas sem que possam alterá-lo de nenhuma forma ou utilizá-lo para fins comerciais.</p> <p><a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/" target="_blank" rel="noopener">Ver o Resumo da Licença</a> | <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/legalcode" target="_blank" rel="noopener">Ver o Texto Legal</a></p> Apresentação do Dossiê https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4489 <p>Apresentação do dossiê temático&nbsp;<strong>“ Sociedades em tempos de crise: os séculos XX e XXI em perspectiva"</strong>, organizado pelo Professor Dr. Wagner da Silva Teixeira (Universidade Federal do Triângulo Mineiro) e pela Professora Dra. Flávia Salles Ferro (Secretaria Municipal de Educação - Campestre/MG).</p> Flavia Salles Ferro Wagner da Silva Teixeira Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 3 8 10.46551/issn2179-6807v27n1p3-8 O idadismo no contexto da pandemia da Covid-19 https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/3768 <p>Este artigo faz uma análise sobre o preconceito etário no Brasil, a partir do panorama da pandemia do novo coronavírus, que alterou circunstancialmente a rotina do país logo após o carnaval de 2020. Assim, introduz-se uma interpretação sobre como as percepções construídas socialmente a respeito do idoso são atravessadas por preconceito e suscitam o ódio, reforçando distanciamentos de respeito, solidariedade e empatia. É também feito um levantamento do discurso público do presidente da República e de empresários brasileiros, que minimizaram o alerta da pandemia e contrário aos pedidos de isolamento e/ou quarentena da Organização Mundial da Saúde (OMS). A interpretação de dados de recentes pesquisas econômicas ajuda a embasar a importância dos idosos como força econômica, contradizendo a ideia de improdutividade dos mesmos tão presente no pensamento neoliberal vigente. Entre as principais conclusões do trabalho, percebe-se como a pandemia escancarou as facetas de um preconceito naturalizado no país e ainda pouco debatido publicamente.</p> Valmir Moratelli Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 9 29 10.46551/issn2179-6807v27n1p9-29 Desafios e aprendizados frente ao cyberbullying em crianças e adolescentes LGBT’S no ambiente escolar https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/3920 <p>Na contemporaneidade, por meio do uso das tecnologias de comunicação e de informação e dos dispositivos agregados, o cyberbullying possui o potencial para extrapolar os obstáculos de tempo e espaço do bullying tradicional entre crianças e adolescentes LGBT’s causando sérias consequências na vida destas pessoas. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é apresentar a temática do cyberbullying, suas repercussões provocadas nas vítimas e as formas de prevenção. Trata-se de uma pesquisa do tipo exploratória, que utilizou procedimentos de coleta de dados bibliográficos em publicações periódicas de cunho científico. Os resultados ressaltaram que as medidas para combater ou minimizar o cyberbullying serão mais eficientes se cada usuário da internet adotar a ética no ambiente virtual. É fundamental salientar que o cyberbullying deve ser amplamente estudado, pois é através da problematização do assunto, que será possível a elaboração de ações preventivas e medidas de combate ao problema; permitindo à população uma maior elucidação sobre o tema e, por conseguinte, maior qualidade nas relações sociais entre crianças e adolescentes.</p> Vanessa Andriani Maria Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 30 47 10.46551/issn2179-6807v27n1p30-47 Marketing ambiental e pandemia https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/3962 <p>A reprodução do capital é intrínseca ao sistema econômico atual. Partindo dessa premissa, a reificação da natureza se põe como forma de abastecimento dos ditames mercadológicos. A reinvenção dos brechós na contemporaneidade, se faz como estratégia de <em>marketing </em>ambiental, baseado na sustentabilidade, eis que se vendem peças de segunda mão. A ideia de consumir o que já existe conduz a uma suposta alternativa para a questão ambiental, além de que conta com aceitação das classes mais abastadas. Neste viés, este artigo tem como objetivo analisar sob o crivo crítico, os brechós ou <em>second hand</em> contemporâneos a partir das redes sociais. A metodologia se deu pela análise do discurso, conforme conceitos de Foucault. As bolsas de grife constituem o recorte temático, pois são os itens mais vendidos da espacialidade. O artigo também contextualiza o comércio com o momento atual vivenciado, da Pandemia do COVID-19. A importância do tema se dá tanto por ser uma nova prática social em uma espacialidade virtual, quanto pelo fato de ser um nicho comercial novo e em ascensão. Cabe assim, ao cientista social a tarefa de reflexão dessas transformações sociais e suas possíveis implicações ambientais.</p> Bárbara Cristina Kruse Maximillian Ferreira Clarindo Marcos Kruse Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 48 73 10.46551/issn2179-6807v27n1p48-73 Reflexões sobre o espaço urbano na pandemia, a partir do bairro Major Prates, em Montes Claros-MG https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4128 <p>O presente trabalho buscou analisar a formação do bairro Major Prates, na cidade de Montes Claros – MG, e suas características contemporâneas, levando em consideração seu caráter paradoxal, intensificado no contexto pandêmico. Por um lado, apresenta uma rede complexa de serviços e comércios, especulação imobiliária e disputas espaciais, por outro, uma articulação do urbano e do rural, revelando tradições e modos astuciosos de construir suas dinâmicas e sociabilidades. O estudo foi realizado a partir de uma combinação metodológica de pesquisa bibliográfica e observação direta. A primeira etapa procurou analisar a articulação do bairro com a cidade, em relação ao planejamento urbano, ressaltando o papel de subcentro e o caráter de resistência presente nas práticas socioespaciais dos citadinos. A observação direta ocorreu em horários e dias diferentes do mês de dezembro de dois mil e vinte, buscando identificar e analisar ações e comportamentos que demonstrem as estratégias de resistência realizadas no âmbito cotidiano, nos espaços que tem interface com a rua. Pretendeu-se, com isso, fomentar reflexões mais críticas sobre o espaço público, pois, além de desempenhar importantes papéis democráticos, é o palco no qual se realiza a vida urbana, o respiro da rotina, o encontro, e, principalmente, a diversidade. </p> Mariana Fernandes Teixeira Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 74 97 10.46551/issn2179-6807v27n1p74-97 A Liga das Nações em tempos de crise https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4120 <p>Após a Primeira Guerra Mundial, o Brasil pleiteou um assento permanente no Conselho de Segurança da Liga da Nações, organização que buscava construir uma diplomacia multilateral, para que se evitasse novas guerras mundiais. A diplomacia brasileira na Liga das Nações ficou conhecida pela historiografia por apresentar decisões nada diplomáticas. O Brasil vetou a entrada da Alemanha na Liga, causando desconforto internacional, bem como exigiu o assento permanente como condição para continuar na organização, se retirando definitivamente da Liga em 1926. Sobre as razões por trás dessas decisões, contudo, há muito que se debater. Até então, a historiografia vinha apontando que foram decisões tomadas devido à personalidade impetuosa e intransigente do presidente Arthur Bernardes. Novas pesquisas, contudo, demonstram que há razões mais complexas por trás das decisões de Bernardes. Essas razões se ligam às relações de poder entre o Presidente e seus diplomatas. Nesse artigo, analisaremos essas relações de poder entre Arthur Bernardes e seus informantes internacionais, por meio da categoria de intelectuais mediadores de Ângela de Castro Gomes, para investigarmos mais detidamente o processo de tomada de decisões que levaram o Brasil a sair da Liga das Nações.</p> Filipe Queiroz de Campos Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 98 117 10.46551/issn2179-6807v27n1p98-117 Negociação coletiva dos petroleiros em tempos de crise https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4129 <p>A presente pesquisa tem como foco de análise a avaliação de como evoluíram as negociações coletivas firmadas entre trabalhadores petroleiros e a Petrobrás no período recente. Aponta-se a seguinte questão de análise: Como se desenvolveram os direitos negociais dos trabalhadores petroleiros no período recente de crise nacional? Nesse sentido, a pesquisa cobre um período de análise em que houve severa retração da economia brasileira. A pesquisa tem uma perspectiva de análise qualitativa, utilizando-se como instrumento de observação entrevistas realizadas pelo autor e o próprio texto normativa das negociações coletivas. Ainda em questão de metodologia é uma pesquisa de análise histórica e de interpretação de conteúdo, tanto do conteúdo das negociações quanto das entrevistas realizadas. &nbsp;Justifica-se a presente pesquisa em razão da contemporaneidade da questão da produção de petróleo no âmbito da crise ocorrida no Brasil a partir de 2014. Utilizaremos como base de pesquisa autores que discutem a negociação em sentido jurídico, como por exemplo Godinho Delgado e Sayonara Grillo. Por outro lado, basearemos a pesquisa também em autores que discutem a categoria petroleira, tais como Caldeira Brant e Francisco de Oliveira. Por fim, nosso recorte teórico a respeito da categoria trabalho tem como base elaborações derivadas da obra de György Lukács.</p> Gabriel Cavalcante Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 118 140 10.46551/issn2179-6807v27n1p118-140 Bolsonarismo e bolsonaristas no Brasil contemporâneo https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4124 <p>Parte de estudo mais amplo sobre as raízes do bolsonarismo, este breve ensaio dedica-se à retrospectiva histórica de traços marcantes da cultura política encarnada por bolsonarismo e bolsonaristas. Vistos desde a ditadura militar (1964-1985), antecedentes e percursos analisados buscam salientar o caráter processual da relação entre sociedades política e civil no Brasil contemporâneo, sublinhando a conjugação operada entre autoritarismo político e “instinto animal” do mercado na base ético-política ora exposta por bolsonarismo e bolsonaristas. Frutos da aliança empresarial-militar dos tempos de ditadura, arenistas, malufistas, colloridos, entre tantos, deram vida política aos termos ditados desde os militares, atualizando-os periodicamente durante o processo de democratização da vida civil no país. Produtos das contradições entre sociedades política e civil, colecionadas em série, bolsonarismo (fenômeno) e bolsonaristas (sujeitos) são compreendidos assim enquanto a face contemporânea, e por isso também peculiar, da derradeira cultura política legada pela ditadura militar ao curso da democracia no Brasil.</p> Clayton Romano Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 141 159 10.46551/issn2179-6807v27n1p141-159 Estado e sociedade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/3477 <p>No início do século XXI uma das propostas centrais das políticas públicas no Brasil, notadamente as políticas sociais, diz respeito à eliminação da pobreza econômica e da miséria. A referida proposta parte de um cenário brasileiro marcado por consideráveis assimetrias regionais, carências distintas e até mesmo a falta de infraestruturas sociais (sobretudo de atendimento à saúde e à educação), além de um número expressivo de brasileiros pobres ou extremamente pobres. Este artigo tem como objetivo apresentar um debate sobre o sistema de proteção social brasileiro e, a partir da experiência da pobreza cotidiana, tratar da relação entre sociedade e Estado, mormente a implantação de políticas sociais com enfoque no Programa Bolsa Família (PBF) e suas incidências nos lugares e condições de vida, tendo como recorte as famílias residentes em comunidades rurais localizadas em Itinga, Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Nessa localidade foi realizada uma pesquisa de campo baseada nas metodologias qualitativas, sobretudo, mas não apenas, em entrevistas que possibilitou a produção de evidencias que serão apresentadas ao longo deste texto, ou seja, história oral de vida e história oral temática como mecanismos para validação de algumas experiências não registradas em documentos históricos/escritos, bem como para dar centralidade à entrevista na produção de evidências empíricas. Em linhas gerais, pode-se concluir que as mudanças mais significativas no âmbito local se dão no contexto de uma forte presença do Estado com seus programas sociais, sobretudo o Programa Bolsa Família (PBF). Pode-se dizer que os processos sociais, econômicos e até mesmo culturais são reconfigurados a partir do momento em que há a “presença” do poder público nos “mundos rurais” com altos índices de pobreza.</p> Elicardo Heber de Almeida Batista Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 160 197 10.46551/issn2179-6807v27n1p160-197 A questão da Reforma da Previdência brasileira nas eleições de 2018 https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/3759 <p>A reforma da previdência foi um importante ponto de atrito nas eleições presidenciáveis de 2018. Este trabalho busca evidenciar as principais narrativas em torno dela usadas pelas coalizões partidárias na disputa eleitoral. Para isso, utiliza-se os programas de governos liberados por todas as coligações e analisa-se sob a ótica dos trabalhos de formação de agenda e dos dilemas recentes do Estado de Bem-Estar Social. Mostrou-se que as principais narrativas centralizaram o debate em torno dos problemas econômicos em vez de sociais e podem se tornar um problema para o futuro da seguridade social brasileira.</p> Augusto Baptista Bretas da Fonseca Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 198 221 10.46551/issn2179-6807v27n1p198-221 Coordenação federativa e sua implicação na assistência social https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4027 <p>Políticas que possuem influência em campos de extrema sensibilidade, como no caso da Assistência Social, tornam-se centrais na discussão e compreensão da coordenação federativa e de seus consequentes resultados. O presente estudo, portanto, tem por objetivo resgatar e compreender os estudos que estão sendo desenvolvidos em relação à coordenação federativa e sua influência no campo de atuação da Assistência Social. Para tanto, foi construída uma discussão teórica sobre Federalismo e a Assistência Social, em seguida são apresentados os estudos encontrados sobre coordenação federativa e Assistência Social durante o período de 2013 a 2019. Os resultados apontam que houve um avanço em relação aos financiamentos que estão sendo realizados para formular e implementar as políticas sociais, pois, os estudos evidenciaram que resultados das políticas sociais estão de acordo com o valor nelas investido, principalmente quando as transferências são realizadas fundo a fundo. Além disso, através da transferência fundo a fundo, houve a diminuição dos custos, a ampliação da transparência e o aumento da efetividade dos gastos.</p> Andréia Lopes Cirino Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 222 244 10.46551/issn2179-6807v27n1p222-244 Sertão e a revelia do mundo https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4438 <p>No escopo da modernização conservadora brasileira, no norte de Minas Gerais, ocorreu uma intensa concentração fundiária a partir de usurpação das terras de famílias de comunidades negras, principalmente, mas também de comunidades brancas de agricultores familiares que foram forçados à migração com maior número de casos entre os anos 1965 e 1980, após a anexação da região norte mineira à área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste. A autarquia de desenvolvimento nordestino financiava a transformação de fazendas em empresas rurais modernas e na região norte mineira, profissionais liberais das principais cidades, buscando se afazendar para usufruir dos recursos fiscais e financeiros disponibilizados para modernizar a economia regional, e fazendeiros tradicionais, em busca das melhores terras da região, expropriaram com violência desmedida às famílias negras que ocupavam, desde o século XVII, as terras férteis do vale do rio Verde Grande e as famílias brancas de agricultores em outros espaços regionais. Um número significativo de pessoas enlouqueceu com a destruição do <em>mundus social</em> em que cada uma vivia. Utilizando um relato etnográfico, minhas rememorações, estudo acadêmico, crônicas e relatos de jornais do período que informam o despejo de pessoas enlouquecidas pelos prefeitos dos municípios norte mineiros nas ruas de Montes Claros e daí, enviadas pelo poder público local, para o Hospital Colônia de Barbacena e, também, para o Hospital Galba Veloso em Belo Horizonte. A interpretação construída, em uma leitura antropológica da teoria econômica dos fatores de migração - expulsão e atração -, é feita a partir do conceito de anomia de Durkheim (1982) e utilizado em seus estudos por Merton (1970) e Oliven (2000) que permitem entender, em minha leitura, o enlouquecimento das pessoas em consequência à desestruturação do <em>mundus social</em> em que viviam.</p> João Batista de Almeida Costa Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 245 268 10.46551/issn2179-6807v27n1p245-268 Desigualdade, ação, reconhecimento e redistribuição https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4152 <p>O artigo tem como proposta discutir a partir de alguns conceitos de Frederick Barth (2005), Pierre Bourdieu (1989), Nancy Fraser (2001) e Michel Foucault (1990) determinadas situações sociais planejadas pelo Estado no país. Aplico as formulações dos autores para levantar questões e reflexões acerca das políticas públicas em contextos sócio - culturais de desigualdade e injustiça. Partindo de um caso particular, através de algumas consequências da construção do canal da transposição das águas de Rio São Francisco no contexto da cidade de Monteiro - PB, evoco certos efeitos colaterais desta agência pública que reverberaram em "políticas racionais de Estado" que interferiram nas práticas cotidianas e culturais de algumas famílias e moradores desta cidade. Neste sentido, o presente trabalho tem o objetivo de fazer reflexões sobre o projeto de transposição, o qual são e foram operacionalizadas pelo Estado. Assim, portanto, tendo por base os relatos e a experiência de vida de dois moradores da cidade de Monteiro - PB, explicitarei as mudanças ocorridas no cotidiano dos moradores e seus modos de vida, após a inauguração da transposição.</p> José Muniz Falcão Neto Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 269 287 10.46551/issn2179-6807v27n1p269-287 Editorial https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/4437 <p><strong>Editorial do v. 27, n. 1 (2021).</strong></p> Giancarlo Marques Carraro Machado Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-08-16 2021-08-16 27 1 1 2