O LUGAR DA POBREZA E DO ATRASO NA CONSTRUÇAO SOCIAL DO VALE DO JEQUITINHONHA

Autores

  • Edvaldo Rodrigues Martins
  • Laurindo Mékie Pereira

Palavras-chave:

Vale do Jequitinhonha, Pobreza, Atraso, Desenvolvimento, Diamantina

Resumo

Este trabalho tem como objetivo analisar o processo de construção social do Vale do Jequitinhonha em que a seca, a pobreza e o atraso passam a ser os instrumentos valiosos, utilizados por uma elite regional para reivindicar privilégios perdidos com à partir da   decadência da mineração.  Diamantina, cidade econômica e culturalmente mais importante do Vale do Jequitinhonha foi uma das agentes responsáveis pela construção do Vale da fome, do atraso, das viúvas de maridos vivos. Sobre a construção dessas imagens podemos estabelecer a seguinte periodização.  1870 – Decadência da mineração, 1950 - Grande seca, Década de 1960, período de regionalização do Brasil e abertura do Vale do Jequitinhonha ao capital financeiro. Trata-se de um projeto que deve ser pensado na relação à implementação do setor siderúrgico da região central do Estado de Minas Gerais.

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Publicado

2020-01-07

Como Citar

RODRIGUES MARTINS, E.; MÉKIE PEREIRA, L. O LUGAR DA POBREZA E DO ATRASO NA CONSTRUÇAO SOCIAL DO VALE DO JEQUITINHONHA. Revista Desenvolvimento Social, [S. l.], v. 25, n. 1, p. 192–205, 2020. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/192. Acesso em: 6 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos