“TERRITORI‘AR” NAS RELAÇÕES GEOGRÁFICAS: OS XAKRIABÁS

Autores

  • Cássio Alexandre da Silva Instituto de Geografia – IG
  • Rosselvelt José Santos Universidade Federal de Uberlândia – UFU

Resumo

Em análise nos estudos de doutoramento, buscamos compreender o território em sua amplitude. Desde o século XVII os povos Xakriabás são atores da História sobre o espaço geográfico, hoje o território em São João das Missões no norte de Minas Gerais; aqui, objeto de estudo. O território enquanto uma categoria geográfica apresenta-se com muitas funções, agregando ao espaço  muitas  relações geográficas. A principal relação é da Sociedade e  Natureza, configurando-se em algumas, como as temporais, sociais, ambientais, políticas, econômicas, poder e outras.  Diante das funções, processos, relações e abordagens, a categoria constitui-se em Des-re-multiterritorialidades.  Outrossim trazemos ao debate a ação “Territori‘ar” que conjuga uma constituição histórica sobre o espaço e abordando aspectos próprios da construção do território como a resistência contínua e o seu uso na vivência e ações cotidianas, entre o Estado, as Populações Tradicionais, Movimentos Sociais e outras formas de usos. As metodologias enquadrantes no discurso e ações da pesquisa, estão amparadas principalmente nas referências bibliográficas e nos trabalhos de campo de diversos territórios de políticas territoriais. Os territórios dessas políticas são principalmente, a academia, as comunidades, os debates das políticas públicas, as instituições não governamentais, o Estado e os espaços de enfrentamentos entre ambos. Entendemos que a ação “Territori ‘ar”  possa contribuir para os estudos geográficos no campo do desenvolvimento da própria epistemologia e ampliar o debate que se inicia.

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Publicado

2020-03-27

Como Citar

ALEXANDRE DA SILVA, C. .; JOSÉ SANTOS, R. . “TERRITORI‘AR” NAS RELAÇÕES GEOGRÁFICAS: OS XAKRIABÁS. Revista Desenvolvimento Social, [S. l.], v. 1, n. 7, 2020. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/1662. Acesso em: 1 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos