Competitividade dos produtos brasileiros no comércio internacional: uma análise por meio da vantagem comparativa revelada
DOI:
https://doi.org/10.46551/epp2025v13n0203Palavras-chave:
Indicadores de desempenho comercial, Especialização exportadora, Parcerias estratégicas, Diversificação da pauta exportadora, Inserção internacional.Resumo
O objetivo deste estudo é avaliar a competitividade do Brasil no comércio internacional por meio do Índice de Vantagem Comparativa Revelada (IVCR), considerando seus principais parceiros comerciais — Estados Unidos, China, Argentina e três países da União Europeia. A pesquisa utiliza dados do Secex, MDIC e FMI, articulando a teoria das vantagens comparativas ao modelo gravitacional do comércio para examinar a relação entre porte econômico, distância e intensidade dos fluxos bilaterais. Os resultados mostram que o Brasil mantém vantagem comparativa elevada em commodities agrícolas e minerais, especialmente soja, café, petróleo e minério de ferro, que respondem pela maior parte das exportações para mercados asiáticos e europeus. Em contraste, setores manufatureiros, como o automotivo, exibem competitividade limitada, embora tenham relevância regional, sobretudo nas relações com a Argentina. A análise conjunta do IVCR e do modelo gravitacional evidencia a dependência estrutural do país de produtos primários e as restrições à expansão em bens de maior valor agregado. Conclui-se que o Brasil necessita de políticas industriais, tecnológicas e logísticas que ampliem a diversificação da pauta exportadora e fortaleçam sua inserção em cadeias globais de maior complexidade.
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