HEIDEGGER, ONTOLOGIA FUNDAMENTAL, O IMPESSOAL E A CRÍTICA À ATOMIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL-BURGUESA

  • Vítor Bartoletti Sartori

Resumo

Buscaremos analisar o modo pelo qual Martin Heidegger traz, em sua ontologia fundamental, principalmente, ao tratar do ser-em e do ser-com, uma crítica à atomização presente na sociedade capitalista e na filosofia que emerge nesta sociedade. Para tanto, passaremos pela análise do impessoal heideggeriano, mostrando seus meandros, os quais, ao fim, levam à angústia e ao ser-para-a-morte. Por fim, procuraremos trazer à tona o fato de que, na própria conformação da ontologia de Heidegger, em oposição à valorização hegeliana e marxiana da Aufhebung, tem-se a valorização da noção de acontecimento como algo ao mesmo tempo indissolúvel da ontologia heideggeriana e da posição mais polêmica que este autor assumiu diante de sua época

Biografia do Autor

Vítor Bartoletti Sartori

Buscaremos analisar o modo pelo qual Martin Heidegger traz, em sua ontologia fundamental, principalmente, ao tratar do ser-em e do ser-com, uma crítica à atomização presente na sociedade capitalista e na filosofia que emerge nesta sociedade. Para tanto, passaremos pela análise do impessoal heideggeriano, mostrando seus meandros, os quais, ao fim, levam à angústia e ao ser-para-a-morte. Por fim, procuraremos trazer à tona o fato de que, na própria conformação da ontologia de Heidegger, em oposição à valorização hegeliana e marxiana da Aufhebung, tem-se a valorização da noção de acontecimento como algo ao mesmo tempo indissolúvel da ontologia heideggeriana e da posição mais polêmica que este autor assumiu diante de sua época

 

Publicado
2020-01-07
Seção
Artigos