En combate por Brasil: la interpretación de Sílvio Romero a finales del siglo XIX (1870-1888)
In combat for Brazil: Sílvio Romero’s interpretation at the end of the 19th century (1870–1888)
DOI:
https://doi.org/10.46551/issn.2317-0875v30n2p.163-190Palabras clave:
Silvio Romero, Raza, Literatura, Política, EvolucionismoResumen
Sílvio Romero fue uno de los críticos literarios más conocidos de la Generación de 1870, conformada por intelectuales como Capistrano de Abreu, José Veríssimo, Graça Aranha, Machado de Assis, entre otros. Convencido de las ideas del naturalismo, entre ellas, la lucha del más fuerte (Struggle for life), tanto en el plano biológico como en el de las ideas, Sílvio Romero sistematizó una historia de la literatura brasileña según los criterios de la crítica moderna, los cuales se evidencian en su producción literaria. En una época en que el concepto de literatura no estaba vinculado exclusivamente a las bellas letras, sino a las artes en general, las teorías consideradas científicas, fundamentadas por Taine, Buckle, Scherer, Sainte-Beuve, Lessing, Winckelmann, De Sanctis, eran herramientas del análisis social brasileño, claves explicativas utilizadas por las élites intelectuales del país para descubrir las causas del atraso nacional, proponer sus remedios y así encaminarlo hacia el progreso. Reconociendo la cultura popular, la influencia de los tocadores de bueyes, de las misas de su ciudad natal, Lagarto, Romero es un pensador racista que asocia estilos literarios con la raza; cree que la lucha de los más fuertes ocurre en el campo de las ideas. El evolucionismo, el positivismo y el determinismo son fundamentales para entender su comprensión del Brasil, esbozada en su Historia de la Literatura Brasileña.
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