Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande <p>A Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade (ISSN: 2675-2395) é uma publicação em fluxo contínuo do Departamento de Geociências e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Montes Claros-MG, cujo objetivo é publicar os trabalhos científicos, técnicos e culturais de interesse da área de Geografia, Geociências, Geografia Física, Ciências Ambientais &nbsp;entre outras temáticas afins. Assim, a Revista Verde Grande constitui-se num amplo projeto de divulgação dos trabalhos de professores, pesquisadores, extensionistas, movimentos sociais e ambientais de instituições e organizações brasileiras e internacionais, originários de tese, de dissertação, bem como de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e difusão seguindo os princípios éticos e os rigores científicos.</p> Editora Unimontes pt-BR Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade 2675-2395 NOTA EDITORIAL https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3386 <p><strong>NOTA EDITORIAL - E</strong><strong>dição 2020, v. 02, n. 02 (jul./dez.)</strong></p> Revista Verde Grande Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-08 2020-10-08 2 02 DINÂMICA DOS SOLOS BRASILEIROS E TÉCNICA ALTERNATIVA PARA MEDIÇÃO DO PH DO SOLO, UTILIZANDO EXTRATO DE REPOLHO ROXO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3308 <p>No presente relato de experiência, é destacada uma atividade prática que teve como objetivo a realização de experiências com uma técnica alternativa de obtenção de pH do solo, utilizando extrato de repolho roxo como indicador, para auxiliar na compreensão deste conceito e compará-lo com a realidade de solos brasileiros. Esta atividade foi realizada em um minicurso desenvolvido durante o XXII Encontro de Geografia (ENGEO) e XVI Encontro de Geografia do Sudoeste do Paraná (ENGESOP), promovido pelos colegiados dos cursos de Geografia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) –<em> Campus</em> Francisco Beltrão – PR, no ano de 2019. Neste trabalho, relata-se as experiências vivenciadas durante a atividade, os objetivos alcançados, discussões sobre os temas propostos e realização de atividades experimentais de medição do pH de substâncias diversas e de três tipos de solo, bem como a discussão dos valores de pH e sua relação com os diferentes solos brasileiros.</p> Vanessa Pagno Fabiana Pagno Alan Rafael Coineth de Souza Daniella Rosa Marques de Oliveira Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-08 2020-10-08 2 02 135 142 10.46551/rvg2675239520202135142 HIDROPAISAGENS DO VALE DO AÇU: A EXPERIÊNCIA DE UM PROJETO DE ENSINO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/2882 <p>Este relato de experiência visa apresentar um projeto de ensino associado à disciplina Hidrografia, ministrada no semestre 2019.1 e ofertada para o 4° período do curso de Geografia da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Campus de Açú). O projeto teve como objetivo mapear reservatórios e lagoas no Vale do Açu (RN) utilizando imagens do Google Earth o programa de geoprocessamento QGIS. Nas aulas, foram apresentadas as imagens dos mananciais superficiais e discutidos problemas relacionados a cada um deles. Em seguida, foram realizadas as aulas em campo, onde os alunos fizeram registros de problemas específicos e se discutiu a relação de uso do solo no seu entorno. Posteriormente, foram elaboraram os mapas de cada manancial. A experiência do projeto mostrou-se importante ao se estudar a disciplina com exemplos de mananciais mais perto da realidade dos alunos.</p> Josiel de Alencar Guedes Gerônimo da Silva Costa Aluízio Bezerra Júnior Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-08 2020-10-08 2 02 130 134 10.46551/rvg2675239520202130134 ASPECTOS GEOAMBIENTAL DAS ÁREAS DE NASCENTES NO ALTO CURSO DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO FIGUEIREDO/CEARÁ https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/2768 <p>Os estudos destinados ao entendimento da dinâmica dos elementos (físicos e humanos) do ambiente são importantes para tomada de decisões sobre o uso dos resursos naturais. Nesse tocante, a compreensão do quadro físico e da ocupação humana de um dado espaço pode ser fundamental para a gestão daquele território. O presente estudo teve como objetivo principal fazer uma contextualização geoambiental das áreas de nascentes no alto curso da sub-bacia hidrográfica do rio Figueiredo, estado do Ceará. O trabalho foi realizado através de estudos bibliográficos, levantamentos geocartográficos, técnicas de geoprocessamento e trabalhos de campo. Obteve-se uma base de dados consistente para a realização da análise sistêmica mais profícua, com vista a identificar os sistemas ambientais. Constata-se que a área em evidência apresenta uma rica diversidade paisagística, sendo essa proporcionada pelos seus atributos naturais. Quanto as atividades de ocupação, deflagram-se como potencializadoras da degradação ambiental. Desta feita, fica nítida a necessidade da adoção de práticas conservacionistas que proporcionem a sustentabilidade dos sistemas ambientais da área em foco.</p> Diêgo Souza Albuquerque Maria Losângela Martins de Sousa Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-07-17 2020-07-17 2 02 03 27 10.46551/rvg2675239520202327 VULNERABILIDADE NATURAL À PERDA DE SOLO DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARNAÍBA DE DENTRO, SEMIÁRIDO BAIANO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/2864 <p>A presente pesquisa teve como objetivo classificar o grau de vulnerabilidade natural à perda de solo da microbacia hidrográfica do Rio Carnaíba de Dentro (BA), indicando a prevalência dos processos do balanço morfogênese/pedogênese. A área de estudo localiza-se no contexto regional do sudoeste do Semiárido Brasileiro. Como técnica utilizou-se as Geotecnologias, a fim de realizar a coleta, armazenamento, tratamento, análise espacial e representação dos dados obtidos, da vulnerabilidade à perda de solo da microbacia do Rio Carnaíba de Dentro (BA). Concluiu-se que houve um equilíbrio entre a pedogênese/morfogênese, uma vez que o meio Medianamente Estável/Vulnerável possui maior incidência sobre microbacia do Rio Carnaíba de Dentro (BA), contrariando a hipótese da prevalência dos processos de morfogênse, majoritariamente presentes em todo semiárido brasileiro. Logo, a partir dos dados e informações obtidos é possível fornecer subsídios para um melhor direcionamento na elaboração de políticas públicas para a microbacia do Rio Carnaíba de Dentro (BA).</p> Jardel Gybson Soares Costa Mateus Ribeiro Caetano Carlos Magno Santos Clemente Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-07-17 2020-07-17 2 02 28 55 10.46551/rvg26752395202022855 PENSANDO A GEOGRAFIA E SEU ENSINO A PARTIR DE PRODUÇÕES DE REALIDADE VIRTUAL https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/2973 <p>Este artigo expõe reflexões sobre idéias espaciais relacionadas à tecnologias que usamos na vida cotidiana, especialmente aquelas cujas técnicas criam os diversos modos de Realidade Virtual (RV). Metodologicamente, consideramos as discussões em torno do conceito de RV e dos dispositivos projetados para formentá-lo. Para a teoria espacial, temos uma referência importante nas considerações do geógrafo Milton Santos sobre o papel das técnicas na produção espacial contemporânea. De Gaston Bachelard, consideramos as reflexões sobre as novas idéias espaciais geradas pela microfísica e os limites do senso convencional de ciência. Com base em nossa experiência em um laboratório de tecnologia em uma universidade do sul do Brasil e no ensino fundamental escolar do mesmo país, apontamos que novas técnicas, incluindo as que apóiam a RV, devem ser analisadas pela dimensão espacial ampliada que a tornou possível. Sugerimos que técnicas possam ser usadas para colaborar coma difusão de uma visão científica mais aberta, que desenvolva o imaginário relacionado a sustentabilidade junto ao espaço em que vivemos.</p> Juliano da Costa Machado Timmers Branda Eloá Weppo Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-08-27 2020-08-27 2 02 56 69 10.46551/rvg26752395202025669 ENSINO DE GEOGRAFIA EM TEMPOS DE PANDEMIA: VIVÊNCIAS NA ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR AMÉRICO BARREIRA, FORTALEZA – CE https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/2993 <p>No presente artigo apresentamos um estudo sobre os desafios do ensino de geografia no modelo Home Office no período de isolamento social na Escola Municipal Professor Américo Barreira localizada no Bairro Genibaú na cidade de Fortaleza - CE. Apresenta-se um estudo qualitativo de cunho descritivo e exploratório durante o período de ensino não presencial de geografia no seguimento da rede pública de ensino. A metodologia aplicada é baseada em um levantamento bibliográfico sobre as temáticas: a educação em tempos de pandemia e o ensino de geografia com o uso de tecnologias. A pesquisa foi dividida em três etapas: I) Revisão Bibliográfica; II) Prática do ensino de Geografia no modelo Home Office e aplicação de atividades como uso das Tecnologias da Informação e Comunicação; III) Análises e reflexões sobre os resultados da experiência. O principal objetivo dessa pesquisa é descrever de maneira exploratória as metodologias dos docentes de geografia e os principais desafios e mudanças em virtude da pandemia do Covid-19, apontando como resultados as reflexões das teorias versus a prática sobre o ensino de geografia no cenário pandêmico.</p> Rebeka Carvalho Macêdo Kaline da Silva Moreira Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-08-27 2020-08-27 2 02 70 89 10.46551/rvg26752395202027089 APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E A INTELIGÊNCIA ESPACIAL: UMA POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO NA CARTOGRAFIA ESCOLAR https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/2810 <p>O presente trabalho constitui-se de uma revisão bibliográfica da correlação entre a teoria das múltiplas inteligências, elaborada por Howard Gardner, e a teoria da aprendizagem significativa, proposta por David Ausubel, em uma atuação conjunta entre elas no ensino da cartografia escolar. Partindo da compreensão de que os conteúdos abordados dentro da Geografia Escolar seguem uma evolução teórica conceitual, bem como cognitiva, sendo o ensino sequencial e basilar para os demais anos da vida escolar. Portanto, inicialmente, o estudo aborda a importância da cartografia para a Ciência Geográfica, até sua evolução e reconstrução no ensino, mediante uma cartografia escolar. A posteriori, relacionando esta linguagem com a perspectiva de Gardner sob a inteligência espacial, tendo em vista que a Geografia explora a espacialidade dos fenômenos, conectando os estudos de Ausubel sobre a aprendizagem significativa. Consequentemente, o professor de geografia poderá apropriar-se dos elementos teóricos e metodológicos a sua práxis no ensino da cartografia escolar, por intermédio de uma linguagem espacial dos conteúdos relevantes e significativos para os alunos.</p> Giovana Oliveira do Nasicmento Anderson de Almeida Morato Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-06 2020-10-06 2 02 90 104 10.46551/rvg267523952020290104 A ECONOMIA AMBIENTAL PROPORCIONADA ATRAVÉS DA RECICLAGEM PELA ASSOCIAÇÃO MONTES CLAROS DE CATADORES DE RECICLÁVEIS – MONTESUL https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3112 <p>O presente artigo teve como objetivo apresentar a importância da reciclagem de resíduos sólidos realizada pela Associação Montes Claros de Catadores de Recicláveis – MONTESUL na cidade de Montes Claros - MG e identificar os dados de economia de água, energia elétrica e gases do efeito estufa (GEEs), obtidos através aplicação da calculadora ambiental. Para atingir os objetivos propostos foi utilizado em sua metodologia, inicialmente uma revisão de literatura para dar embasamento científico ao trabalho em seguida foram aplicados o cálculo Recuperação e Reciclagem de Materiais de Resíduos Sólidos (AMS-III.AJ) nos materiais coletados pela associação para identificar os dados de economia de água, energia elétrica e gases do efeito estufa (GEEs). A economia de água e energia elétrica proporcionada pela MONTESUL através da reciclagem no período de fevereiro a julho de 2020, seria suficiente para abastecer a população da microrregião do Morada do Parque que abrange quatro bairros com população de 4.434 habitantes por um período de 20 dias.</p> Pedro Bicalho Maia Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-06 2020-10-06 2 02 105 113 10.46551/rvg2675239520202105113 REFLEXÕES CONCEITUAIS NO/DO ESPAÇO LIVRE PÚBLICO CONTEMPORÂNEO: DISCUSSÕES ENTRE SEUS USOS NAS CIÊNCIAS GEOGRÁFICA E ARQUITETÔNICA https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3018 <p>A Geografia e a Arquitetura são duas áreas de conhecimento que voltam seus estudos para o mesmo objeto: o espaço. A fim de compreender os espaços livres públicos na cidade contemporânea, adotou-se, como ponto de partida, o modo como cada ciência distingue epistemologicamente o conceito de espaço. O objetivo foi de compreender, por uma visão mais abrangente, compreender o modo como os espaços públicos livres se formam e conformam nas cidades, por suas dinâmicas peculiares. Alicerçada em uma abordagem integrada, a análise sob o ponto vista de dois campos de conhecimento foi importante, por ampliar e aprofundar o conhecimento sobre a conformação do espaço livre público na atualidade. Considerando que o espaço arquitetônico é um vazio e o espaço geográfico é a possibilidade de ação e relação entre objetos e coisas no tempo, chega-se à essência da produção espacial: o lugar. Nota-se, portanto, a importância de uma reflexão das duas ciências para a análise e construção dos espaços públicos na cidade contemporânea.</p> Christiana Nogueira Carlos Alexandre de Bortolo Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-06 2020-10-06 2 02 114 129 10.46551/rvg2675239520202114129 ALMANAQUE DE AGROECOLOGIA: APRENDENDO COM DIVERSÃO – DIVERSIDADE, HISTÓRIA E CULTURA ALIMENTAR https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3384 <p>Resenha da obra: "Almanaque de Agroecologia: aprendendo com diversão – diversidade, história e cultura alimentar" (2019). </p> Eliana Izabel da Silva Cepolini Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-08 2020-10-08 2 02 143 145 10.46551/rvg2675239520202143145 A CRUEL PEDAGOGIA DO VÍRUS https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/2364 <p>Resenha da obra "A Cruel Pedagogia do Vírus" do sociólogo Boaventura de Sousa Santos de 2020.</p> <p> </p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a></p> Bruna França Oliveira Copyright (c) 2020 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ 2020-10-08 2020-10-08 2 02 146 149 10.46551/rvg2675239520202146149