https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/issue/feed Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade 2021-08-26T23:41:50+00:00 Gustavo Henrique Cepolini Ferreira revista.verdegrande@unimontes.br Open Journal Systems <p>A Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade (ISSN: 2675-2395) é uma publicação em fluxo contínuo do Departamento de Geociências e do <a href="https://www.posgraduacao.unimontes.br/ppgeo/">Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPGEO</a> da Universidade Estadual de Montes Claros – <a href="https://unimontes.br/">Unimontes</a> e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Montes Claros-MG, cujo objetivo é publicar os trabalhos científicos, técnicos e culturais de interesse da área de Geografia, Geociências, Geografia Física, Ciências Ambientais entre outras temáticas afins. Assim, a Revista Verde Grande constitui-se num amplo projeto de divulgação dos trabalhos de professores, pesquisadores, extensionistas, movimentos sociais e ambientais de instituições e organizações brasileiras e internacionais, originários de tese, de dissertação, bem como de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e difusão seguindo os princípios éticos e os rigores científicos.</p> https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4495 Atlas ambiental de Montes Claros 2021-08-18T14:48:53+00:00 Glorimar da Silva Ventura glorimarventura@hotmail.com <p>Resenha - Atlas ambiental de Montes Claros (2020).</p> 2021-09-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4072 As Minas e os Gerais: Breve Ensaio sobre Desenvolvimento e Sustentabilidade a partir da Geografia do Norte de Minas 2021-04-07T16:27:24+00:00 Carlos Walter Porto-Gonçalves cwpg@uol.com.br <p>A presente edição, revista e atualizada, reedita o ensaio elaborado no final da década de 1990 a partir de trabalhos de campo e atividades de extensão e pesquisa em diálogo com camponeses e camponesas do Norte de Minas a partir da avaliação do trablaho realizado na região pelo Centro de Agricultura Alternativa - CAA. As primeiras versões foram apresentadas e debatidas em Porto-Gonçalves (1997 e 2000). Assim, apresenta-se uma análise sobre o Norte de Minas Gerais a partir do des-envolvimento regional.</p> 2021-05-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3847 Estágio Curricular Supervisionado em Geografia: experiência do ensino remoto durante o período de isolamento social (Covid-19) 2021-02-20T20:02:48+00:00 Rahyan de Carvalho Alves rahyancarvalho@yahoo.com.br Caio Carvalho Santos carvalhocaiosantos.2018@gmail.com João Vitor Ferreira Fernandes vitoruni1998@gmail.com Amanda Karolayne Rodrigues Silva amanda.rs378@gmail.com Maria Heloisa Pinheiro Dias mariahelopi3@gmail.com <p>No início do ano de 2020, o mundo foi surpreendido pela COVID-19 e as medidas sanitárias adotadas para conter a disseminação do Novo Corona vírus fizeram com que a sociedade se submetesse a um processo de reeducação dos seus hábitos. As transformações tangenciaram desde o ambiente de trabalho, como também o sistema educacional, e em todas as áreas houve a necessidade de se adequar. Sendo assim, o objetivo deste trabalho consiste em relatar as experiências vivenciadas pelos acadêmicos do sétimo período (noturno) do curso de licenciatura em Geografia da Universidade Estadual de Montes Claros (sede) nas atividades referentes ao período de regência na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado. Os procedimentos metodológicos foram: consulta bibliográfica e análise de decretos federais, da resolução estadual para aplicação de ensino remoto emergencial e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e apresentação de atividades desenvolvidas durante o período de regência. Dentre os resultados foi possível observar as práticas e estratégias de ensino adotadas por cada escola-parceira e, ao passo que, também foi possível analisar as disparidades que eram concebidas desde as relações entre, docente, discente e os pais, como quanto as ferramentas utilizadas.</p> 2021-05-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3938 A dimensão Pentecostal da representação parlamentar na Baixada Fluminense/RJ 2021-03-15T20:14:27+00:00 Gilberto Polastreli Rodolfo gpolastreli@yahoo.com.br <p>Inserido num contexto de notável conservadorismo político e religioso no Brasil atual que marca o governo de Jair Bolsonaro, o presente artigo põe em debate o avanço de um ativismo evangélico/pentecostal como força constitutiva de poder político na representação parlamentar da Baixada Fluminense/RJ. O exame quantitativo e qualitativo das leis foi a metodologia empregada para descortinar o imbricamento explícito entre política e religião na consecução de uma representação parlamentar direcionada à consolidação de uma "consciência" evangélica estruturadora da sociedade e do território da região de estudo.</p> 2021-06-08T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3796 Ameaças à dimensão humana da segurança hídrica na cidade fronteiriça de Oiapoque – AP/Amazônia Oriental 2021-03-06T13:44:27+00:00 Sâmella Paungartten samellaplp@gmail.com Jader de Oliveira Santos jadersantos@ufc.br <p>A segurança hídrica, apesar de implicar em desafios em responder como, para quem e sob quais circunstâncias o acesso à água está ameaçado, tem se tornado um conceito importante no entendimento do grau de ameaça a qual está submetida uma população frente a esse recurso. Apesar da extensão das abordagens e dimensões, do ponto de vista humano, é consenso que, entre outros elementos fundamentais, a segurança hídrica é atingida quando há acesso à água potável em quantidade e qualidade suficientes, de forma a satisfazer as necessidades básicas humanas. Amparado nessa temática, o objetivo deste artigo é introduzir uma breve discussão, fundamentado na literatura especializada sobre o tema segurança hídrica e em dados sobre abastecimento hídrico e esgotamento sanitário na cidade fronteiriça de Oiapoque, no extremo norte do estado do Amapá com a Guiana Francesa, a partir de dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e pelo Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento – SNIS - sobre as condições de abastecimento de água e saneamento básico nesse território. Como resultado preliminar, aferimos que as condições de abastecimento hídrico, abaixo da qualidade desejável, comprometem o acesso seguro à água, ameaçando a dimensão humana da Segurança Hídrica.</p> 2021-06-08T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3868 Dinâmica de Uso da Terra em Senador José Porfírio – PA, Amazônia Oriental 2021-04-10T17:56:31+00:00 Valdinei Mendes Moura valdinei.pafor.2011@hotmail.com José Antônio Magalhães Marinho josemarinho@ufpa.br Gabriel Alves Veloso gveloso@ufpa.br <p>Na região de Integração do Xingu a dinâmica do uso e cobertura da terra perpassa por transformações aceleradas, consolidadas principalmente por redes de transportes rodoviárias, sobretudo a partir da década de 70, com a abertura da rodovia Transamazônica. Dessa forma, nesse artigo se priorizou analisar a dinâmica de uso e cobertura da terra no município de Senador José Porfírio, inserido em uma área de intensa mudança, principalmente após a instalação da Usina Hidroelétrica de Belo Monte. Nesse sentido, os procedimentos metodológicos utilizados centraram-se no levantamento de informações e dados em bases digitais, e na subsequente análise e interpretação do material obtido e pesquisa bibliográfica sobre a dinâmica dos usos da terra na região amazônica. O objetivo da pesquisa foi analisar a dinâmica de uso da terra no município de Senador José Porfírio, no período de 2010 a 2019, considerando os aspectos históricos e econômicos, assim como suas expressões socioambientais, paisagísticas e territoriais. Nos resultados e discussões constatou-se que as áreas de agricultura sofreram variações, com expansão do cultivo do cacau, além disso, contatou-se que a extração ilegal de madeira, e consequentemente o desmatamento para produção agropecuária vem avançando principalmente sobre as áreas de assentamentos e terras indígenas.</p> 2021-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3959 Patrimonialização do sistema agrícola tradicional quilombola do Vale do Ribeira-SP 2021-03-19T20:06:38+00:00 Denise Martins De Sousa denise.sousa@usp.br <p>Este artigo tem por objetivo discutir e analisar o processo de reconhecimento do Sistema Agrícola Tradicional (SAT) das Comunidades Quilombolas do Vale do Ribeira como patrimônio cultural imaterial brasileiro e os seus desdobramentos atuais. O estudo parte do reconhecimento do SAT em questão, enquanto patrimônio da cultura imaterial, e como isso afeta diretamente o modo de vida dessas comunidades quilombolas. A pesquisa pautou-se no Dossiê elaborado pelo Instituto Socioambiental (Isa) na construção de referências para o reconhecimento do SAT quilombola, material esse que tem por base metodológica o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) para o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial, elaborado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de autores que trabalham com o campo do patrimônio, cultura, memória e comunidades quilombolas. Tal debate acerca da patrimonialização das roças tradicionais se coloca como fundamental, ao aprofundar a discussão sobre o tema, assim como, para a visibilidade e salvaguarda dos bens da cultura imaterial das populações subalternas como indígenas e negros, ao mesmo tempo que potencializa ações para resistir a pressões e ao risco de desaparecimento de suas culturas e suas práticas sociais relacionadas no cotidiano à natureza.</p> 2021-07-01T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/3954 Será que a Geografia é inclusiva? reflexões teórico-metodológicas fundamentais para educação contemporânea 2021-05-24T14:49:18+00:00 Vanessa Manfio vamanfio@hotmail.com <p>A inclusão na educação é uma palavra que vem sendo proferida na contemporaneidade em meio à necessidade de ajustar medidas de inserção de alunos de diferentes habilidades e necessidades especiais nas salas de aula do ensino regular. A inclusão educacional veio para ficar e trás com ela uma oportunidade da escola melhorar os seus trabalhos para atender aqueles alunos com Necessidades Educacionais Especiais e formar sujeitos cidadãos que consigam lidar com o outro. A Geografia entra nesta dança educacional, permitindo que se oriente o aluno para vida, para a relação social e para o enfrentamento de questões de cidadania, através de múltiplos recursos didáticos. Dessa forma, este trabalho tem como objetivo central discutir a educação inclusiva e as contribuições do ensino de Geografia, procurando fomentar o debate a cerca desta temática tão importante na educação. Para tal, utilizou-se a pesquisa bibliográfica, a partir de uma revisão teórica sobre o tema. Espera-se, contudo, fortalecer as abordagens inclusivas, pensando numa escola para todos.</p> 2021-08-02T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4082 (Ciber)espaços de insurgência: refletância on-line e off-line nas jornadas de junho de 2013 2021-05-05T15:10:12+00:00 Gustavo Souza Santos gustavo.ccpv@gmail.com <p>Em junho de 2013, o Brasil acompanhou uma série de manifestações que se expandiram por todo o território nacional. As demandas eram plurais, diversas e amplas, contudo guardavam um viço comum de engajamento e solidariedade tornando a insurgência particular. No entanto, outras camadas tornaram o evento ainda mais complexo: o usufruto da comunicação digital como indumentária de protesto, tornando redes e dispositivos frentes de contrapoder e comunicação alternativa difusos sobre o espaço pontual das vias públicas e igualmente consistente nas vias do ciberespaço. Assim, o objetivo deste estudo consistiu em analisar as dinâmicas socioespaciais das Jornadas de Junho de 2013 no Brasil, considerando a refletância on-line e off-line nas práticas e processos das manifestações. Para tanto, desenvolveu-se um estudo de caso, tendo a imprensa por aporte documental. No bojo das manifestações, a insurgência circunscrita como um exercício espacial de ocupação das ruas e espaços públicos diversos possui reflexos on e off-line em uma relação de refletância e interdependência, coadunando as operações socioespaciais e simbólicas no espaço material e imaterial - na vazão do ciberespaço.</p> <p><br /><br /></p> 2021-08-02T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4161 Direitos dos ribeirinhos no Brasil: construção de barragens a pandemia Covid-19 2021-05-17T13:37:08+00:00 Dorival Bonfá Neto dorival.neto@usp.br Bruno dos Santos Domingos brunodomingos@usp.br Inaiá Rossi Silva inaia.silva@usp.br <p>Este trabalho tem como objeto de estudo as comunidades ribeirinhas (habitantes tradicionais das margens dos rios, em específico os povos ribeirinhos da região da Amazônia Legal), acerca dos quais busca-se compreender o que os caracteriza, quais são seus direitos e qual sua situação atual diante da crise do Covid-19 e das constantes ameaças à sua existência impostas por construções de barragens. O trabalho traz consigo um viés interpretativo crítico a respeito das garantias fundamentais destas comunidades que, eventualmente, encontram-se em xeque mediante atividades de cunho desenvolvimentistas por parte do Estado, como a construção de barragens para usinas hidrelétricas. Para isso, por meio de levantamento bibliográfico, levantamos as regras nacionais e internacionais que regem as relações entre a execução de projetos desenvolvimentistas e as populações tradicionais em específico, os ribeirinhos, e de como essas populações vêm sendo afetadas pelas construções de barragens e, mais recentemente, pela pandemia do Covid-19. Dessa maneira, pudemos perceber que, apesar de alguns avanços em relação à garantia dos direitos fundamentais de tais populações, o governo ainda segue adotando políticas ineficientes para a preservação de seu modo de vida, fazendo com que sua existência seja, continuamente, ameaçada.</p> 2021-09-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4372 A linguagem fotográfica no Ensino Fundamental II em Geografia: uma sequência didática para o estudo da cidade 2021-08-10T21:50:52+00:00 Devid Hallyson da Silva Nascimento teacherdevid@gmail.com Pablo Sebastian Moreira Fernandez pablosmfernandez@gmail.com <p>Este artigo é derivado de uma dissertação e de um produto educativo que considera a Fotografia como uma linguagem para o ensino/aprendizagem da temática cidade no Ensino Fundamental de Geografia. O objetivo de tal proposta é ensinar Geografia considerando a experiência dos alunos que habitam a cidade de Macaíba/RN atravéss da produção de narrativas fotográficas, reaproximando o sujeito do seu cotidiano, seus lugares e espaços vividos. O estudo realizado propôs a criação de interfaces no campo do Ensino de Geografia entre Linguagens e Artes, Ciência e práticas escolares, além da valorização de vivências, estabelecendo um diálogo permanente com o método fenomenológico, em busca por acessar a ideia de geograficidade e experiência espacial. Autores como Ítalo Calvino (1972), James Hillman (1993), Cazetta e Oliveira (2013), Callai (2005), Cavalcanti (2002; 2013) Dantas (2011), Dardel (2011), Fernandez (2008; 2013), Larrosa (2017) e ainda o filósofo Roland Barthes (1984), possibilitaram delimitar os caminhos que fundamentam o percurso da pesquisa. Como produto educativo a ser aplicado e como metodologia qualitativa a ser experimentada de modo a compreender as experiências espaciais na cidade, propõe-se a criação de uma Sequência Didática, que articula o conteúdo cidade com uma proposta de investigação caminhante e fotografante.</p> 2021-09-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4400 Parques Urbanos: Análise temporal do Parque Municipal Milton Prates Em Montes Claros/MG: Impactos ambientais e qualidade hídrica 2021-08-02T17:01:36+00:00 Mônica Durães Braga mb_duraes@yahoo.com.br Stéfany Veloso Santos stefany.veloso@yahoo.com.br Maria Fernanda Niza Santos fernanda.niza@yahoo.com.br <p>Os Parques urbanos possuem significativo reflexo ambiental, no que tange à preservação, assim como melhoria na qualidade de vida da população. Em Montes Claros, um destes importantes parques é o Parque Municipal Milton Prates, criado em 1968. Dentre os 11 parques municipais da cidade, este é o mais visitado e a terceira maior área verde urbana do município de Montes Claros. O Parque passou por diversas transformações ao longo dos seus 53 anos. Ao percorrer toda a área, é perceptível a identificação dos impactos ambientais no Parque Municipal e seu entorno. Ainda, pode-se verificar a situação de impactos atuais sobre a lagoa e constatar uma forte influência da atividade antrópica, visto que é uma área inserida no perímetro intensamente urbanizado. No que tange à qualidade da água, embora a lagoa receba muitos impactos da ação antrópica de seu entorno, a mesma apresenta qualidade de água viável para seus usos atuais. Quanto à qualidade do ar, observa-se que, a intensa urbanização de seu entorno possibilitou níveis de poluição forte e média, com melhores resultados no centro do parque.</p> 2021-09-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4266 Aprendizados no Curso de Residência Agrária: Juventude Rural, Agroecologia e Educomunicação 2021-08-10T21:44:04+00:00 Anderson Bezerra Candido profandersonbezerra@hotmail.com Claudio Ubiratan Gonçalves biragrario@gmail.com <p>O curso de residência agrária: Juventude Rural, Agroecologia e Educomunicação contou com a formação técnico profissional de 46 (quarenta e seis) estudantes pertencentes a áreas de conflitos agrários no estado de Pernambuco. O curso teve seu início no ano de 2014 e término no ano de 2017. Fez parte do Programa Nacional de Educação Reforma Agrária-PRONERA e contou com a parceria da Comissão Pastoral da Terra-CPT Nordeste II, Universidade Federal de Pernambuco-UFPE, Ministério do Desenvolvimento Agrário-MDA e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária-INCRA. Buscaremos relatar e analisar as contribuições do curso para a vida dos educandos a partir dos planos de aulas, relatorias de atividades realizadas, relatos dos educandos arquivados em mídias digitais e entrevistas com educadores e agentes pastorais. Observando o andamento e pós-curso conseguimos observar mudanças nas relações sociais, novas formas de organização, criação de hortas comunitárias, comunicação com outras comunidades que estão em processo de luta pela terra, busca por novos saberes e conhecimentos agroecológicos e soberania alimentar.</p> 2021-09-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4338 A autonomia como estratégia política e territorial entre os movimentos sociais no Brasil: entrevista com a Teia dos Povos da Bahia 2021-06-29T22:52:58+00:00 Fábio Márcio Alkmin fabiogeo@usp.br Waldo Lao Fuentes Sánchez waldolao@gmail.com <p>As organizações indígenas na América Latina vêm cada vez mais desenvolvendo estratégias de autonomia como forma de autodeterminação e defesa de seus territórios. Ainda que com grandes particularidades locais e regionais, a autonomia enquanto práxis destes povos busca basicamente a organização das comunidades a partir de mecanismos de territorialização e autogoverno, criando sistemas horizontais de deliberação política e apoio mútuo, além de formas de sociabilização autônomas às influências dos partidos políticos ou da tutela do Estado. O presente artigo busca oferecer uma reflexão sobre a autonomia no contexto brasileiro, a partir de uma entrevista com a Teia dos Povos da Bahia, articulação criada em 2012 pela união de indígenas, quilombolas e distintos movimentos camponeses que lutam pela terra e território no país.</p> 2021-09-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4517 Paulo Ribeiro: um cavaleiro da utopia 2021-08-26T23:41:50+00:00 Laura Murta lauramurta2@gmail.com <p>Homenagem ao sociólogo Paulo F. Ribeiro (29/06/1962 - 24/04/2021).</p> 2021-09-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade