https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/issue/feed Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade 2022-12-24T02:59:23+00:00 Gustavo Henrique Cepolini Ferreira revista.verdegrande@unimontes.br Open Journal Systems <p>A Revista Verde Grande: Geografia e Interdisciplinaridade (ISSN: 2675-2395) é uma publicação em fluxo contínuo do Departamento de Geociências e do <a href="https://www.posgraduacao.unimontes.br/ppgeo/">Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPGEO</a> da Universidade Estadual de Montes Claros – <a href="https://unimontes.br/">Unimontes</a> e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Montes Claros-MG, cujo objetivo é publicar os trabalhos científicos, técnicos e culturais de interesse da área de Geografia, Geociências, Geografia Física, Ciências Ambientais entre outras temáticas afins. Assim, a Revista Verde Grande constitui-se num amplo projeto de divulgação dos trabalhos de professores, pesquisadores, extensionistas, movimentos sociais e ambientais de instituições e organizações brasileiras e internacionais, originários de tese, de dissertação, bem como de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e difusão seguindo os princípios éticos e os rigores científicos.</p> https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5447 Educação do campo e agroecologia no IFPR: 10 anos de experiências 2022-07-22T16:12:58+00:00 Hellen Thaina Cardoso Gomes hellenthaina65@gmail.com <p>Resenha da obra: Educação do campo e agroecologia no IFPR: 10 anos de experiências (2018).</p> 2022-12-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Hellen Thaina Cardoso Gomes https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5743 Planejamento ambiental: teoria e prática 2022-09-18T00:31:31+00:00 Daniel Ladeira Almeida ufabcdaniel@gmail.com <p>Resenha da obra - Planejamento ambiental: teoria e prática da bióloga Rozely Ferreira dos Santos.</p> <p> </p> <p> </p> 2022-12-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Daniel Almeida https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5867 Eu Sou o Cerrado 2022-11-01T00:16:04+00:00 Luis Ricardo Fernandes da Costa luis.costa@unimontes.br <p>Resenha da obra: Eu Sou o Cerrado de Ivo das Chagas (2014). </p> 2022-12-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Luis Ricardo Fernandes da Costa https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/6128 Nota Editorial 2022-12-24T02:59:23+00:00 Gustavo Henrique Cepolini-Ferreira gustavo.cepolini@unimontes.br Luis Ricardo Fernandes Da Costa luis.costa@unimontes.br <p>Nota Editorial: Edição 2022, v. 04, n.02 (jul./dez.). </p> 2022-12-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Gustavo Henrique Cepolini-Ferreira, Luis Ricardo Fernandes Da Costa https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4972 As lutas sociais no campo e a Igreja Católica: um estudo de caso do Assentamento Nango Vive, em Jundiaí do Sul - PR 2022-02-23T14:39:21+00:00 Evandro Del Negro da Silva evandronow@hotmail.com <p>Atualmente, a luta campesina é um assunto em destaque. A presente pesquisa tem por objetivo analisar as relações das lutas pela terra e a Igreja Católica na Mesorregião do Nordeste Paranaense, mais precisamente no Assentamento Nango Vive, localizado no município de Jundiaí do Sul. Metodologicamente, este trabalho foi realizado por meio de balanço bibliográfico, entrevistas (on-line), relatos de populares que vivem no local e experiência de campo, pois já se teve contato com a espacialidade analisada no ano de 2018, além de materiais cartográficos de localização da área de estudo. Com isso, a pesquisa buscou demonstrar um estudo tendo como base a região nordeste do Estado, onde, por mais que se tenha campo de estudo, não se têm muitos trabalhos que abordem essa temática.</p> 2022-08-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Evandro Del Negro da Silva https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5046 Conhecimentos tradicionais e agrobiodiversidade Kokama: o caso da Comunidade Indígena Kokama Sapotal - Tabatinga-Amazonas 2022-05-01T21:09:17+00:00 Brian Angelo Sandoval Sanches briassanches@gmail.com Máximo Alfonso Rodrigues Billacrês billacres@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Buscamos neste trabalho apresentar o uso dos conhecimentos tradicionais como prática cultural adotado sobre a agrobiodiversidade Kokama, com a finalidade de compreender suscintamente o seu uso diário e importância num determinado espaço de convivência indígena. Partimos da ideia de que os conhecimentos tradicionais promovem (na agrobiodiversidade) a atividade agrícola e de subsistência. Em contrapartida, o referido trabalho teve como principal objetivo descrever o uso dos conhecimentos tradicionais sobre a agrobiodiversidade na Comunidade Indígena Kokama Sapotal. Para alcançar os resultados esperados, foi necessário realizar algumas atividades de estudo, a saber: levantamento e leitura bibliográfica, pesquisa de campo e entrevistas. Os resultados apontam e revelam que na Comunidade Indígena Kokama Sapotal a agricultura familiar é a principal atividade de subsistência, uma vez que por meio dessa atividade os conhecimentos tradicionais e a agrobiodiversidade se relacionam intensa e reciprocamente. E por meio dessa “relação” se desvelam uma diversidade de plantas cultivadas anualmente na comunidade, como, a: banana, mandioca, macaxeira, milho etc. Conclui-se, por os conhecimentos tradicionais serem tão importante e de grande utilidade para os indígenas Kokama nas comunidades para com e sobre a agrobiodiversidade, este conhecimento, prática cultural, por ora são repassados de geração em geração através da oralidade, prática ou imitação.</span></p> 2022-08-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Brian Angelo Sandoval Sanches, Máximo Alfonso Rodrigues Billacrês https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5112 Lutas socioterritoriais nas fronteiras das Minas com os Gerais 2022-08-13T13:21:54+00:00 Fernanda Testa Monteiro fernandamonteiro5@hotmail.com <p>Em Minas Gerais, comunidades apanhadoras de flores sempre-vivas habitam a porção meridional da Serra do Espinhaço nas proximidades do município de Diamantina. Trata-se de uma área de ocupação antiga no estado que tem particularidades na sua formação territorial, enquanto formação econômico-social, com atualizações na conjuntura atual que delineiam fronteiras entre as “minas” e o “gerais”. No atual contexto incidem projetos político-econômicos, públicos e privados, sobre as terras ancestrais dessas comunidades agrárias, gerando lutas socioterritoriais que revelam aspectos da contemporaneidade do campo brasileiro e desvelam a questão agrária dessa área como pano de fundo dos conflitos em tela.</p> 2022-08-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Fernanda Testa Monteiro https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5098 Pesquisa e Extensão como estratégias de articulação popular durante a Pandemia: formação coletiva sobre a questão da mineração 2022-07-04T17:58:08+00:00 Lucas Zenha Antonino lucaszenhas@gmail.com Valdirene Santos Rocha valdirene.ifba@gmail.com Guiomar Inez Germani guio_ufba@yahoo.com.br Pablo Montalvão pblmontalvao97@gmail.com <p>A expansão da fronteira mineral contribui para o recrudescimento dos conflitos da mineração que repercutem, sobremaneira, no campo, atingindo as populações em sua diversidade. Os conflitos minério-agrários resultam de um modelo mineral pautado na capitalização da natureza e na exploração dos seus bens. Esse contexto demanda dos movimentos de luta uma resistência, cada vez mais qualificada, que consiga compreender as contradições atreladas ao capital mineral e enfrentar as injustiças que atingem seus territórios de vida. Nessa perspectiva, diante dos desafios impostos pela pandemia provocada pelo Coronavírus, a Articulação de Enfrentamento ao Modelo Mineral em Defesa da Vida na Bahia realizou a atividade de dextensão intitulada Ciclos de Formação: Impactos e Realidades do Modelo Mineral na Bahia. Este manuscrito apresenta uma experiência de formação coletiva, desenvolvida no formato virtual e realizada em três ciclos: I – O que é, como funciona e para que serve a CFEM?; II – Questão Hídrica e Mineração na Bahia; e, III – O uso do Sistema de Informação Geográfica da Mineração. Os resultados demonstraram a importância das atividades de pesquisa e extensão para o processo de formação, mobilização e articulação das bases comunitárias, em torno dos interesses comuns, e o crescente apelo social pela temática.</p> 2022-08-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Lucas Zenha Antonino, Valdirene Santos Rocha, Guiomar Inez Germani, Pablo Montalvão https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5537 O Poder Legislativo e a ofensiva anti-indígena no Brasil: uma análise das proposições no Congresso Nacional brasileiro envolvendo as Terras Indígenas (1989-2021) 2022-07-20T13:29:05+00:00 Fábio Márcio Alkmin fabiogeo@usp.br <p>A Constituição Federal Brasileira de 1988, nascida após 21 anos de Ditadura Civil-Militar, representou um grande avanço no reconhecimento dos direitos indígenas pelo Estado. No entanto, desde então, diversos setores políticos e econômicos se articulam contra esses direitos, sobretudo os de caráter territorial. A partir de um levantamento de projetos legislativos no Congresso Nacional, busco evidenciar o papel ativo de parte do Poder Legislativo brasileiro nesse processo. Embora não exaustiva, a pesquisa encontrou a criação de 81 proposições que buscam atacar os direitos territoriais indígenas, entre 1989 e 2021. A análise crítica desse conjunto de projetos evidenciou dois grandes objetivos: o primeiro, econômico, é a abertura das terras indígenas ao capital privado, sobretudo o agronegócio e o setor minerário. O segundo, político, é a ampliação do poder e controle do Estado sobre os territórios indígenas. Concluo demonstrando como essa ofensiva anti-indígena vem ganhando cada vez mais tração nos últimos anos, tanto em número de projetos, quanto em estratégias argumentativas. Neste sentido, o governo de Jair Bolsonaro representa um momento histórico dramático, pois além do compromisso do Poder Executivo no avanço desta agenda anti-indígena, o Congresso Federal é o mais conservador desde a Ditadura Civil-Militar.</p> 2022-09-08T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Fábio Márcio Alkmin https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5556 O desenvolvimento geográfico desigual no entre rios da Média Sorocabana: o forjar de uma identidade local a partir da Divisão Territorial do Trabalho 2022-07-28T11:54:14+00:00 Ricardo Manffrenatti Venturelli ricardo.venturelli@unesp.br <p>Este ensaio é resultante da conclusão da tese desenvolvida para o doutoramento junto ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP – Presidente Prudente). Intitulada como DA TERRA DO QUE? TERRITORIALIDADES E PROCESSOS DO DESENVOLVIMENTO GEOGRÁFICO DESIGUAL NO ENTRE RIOS DA MÉDIA SOROCABANA: APROPRIAÇÕES, CONFLITOS, TRABALHO E PRODUÇÃO. A tese referida objetivou explicar essas dinâmicas ocorridas nesta fração espacial através de seus arranjos territoriais e os processos resultantes das contradições do capital. As territorialidades são a expressão na superfície terrestre da luta de classes, e por isso, é importante compreender os processos de mobilidade do capital e as escalas de relações envolvidas. A organização espacial e as disputas territoriais presentes são as marcas deixadas na superfície e que promove a face geográfica provocada intencionalmente pelo capital. Diferenciando assim as localidades ao forjar relações de dependência, sujeição e espoliação de tudo presente naquele recorte espacial, podendo ser seus recursos, a força de trabalho e a apropriação da terra. Logo, analisaremos os principais episódios de ocupação e formação geográfica através da luz do Desenvolvimento Geográfico Desigual para compreender as relações e escalas que o capital promoveu (e promove) na formação da Divisão Territorial do Trabalho.</p> <p> </p> 2022-09-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Ricardo Manffrenatti Venturelli https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5108 Territorialização e territorialidades camponesas: a questão do vínculo com a terra no contexto da expansão do agronegócio 2022-07-28T20:12:35+00:00 José Ledy Carvalho Santos jlsantos1118@outlook.com Bernadete Maria Coêlho Freitas berna@ufpi.edu.br <p>Este artigo apresenta uma discussão sobre a territorialização e territorialidades camponesas no sul do Estado do Piauí. Assim, o objetivo deste estudo é analisar o processo de expansão capitalista no campo, via agronegócio, evidenciando as transformações territoriais e suas implicações aos sujeitos sociais do campo. O estudo teve como espaço de investigação a comunidade Brejo da Conceição, zona rural do município de Currais-PI, demonstrando a relação de vínculo com a terra e caracterizando os aspectos da economia camponesa. A partir das entrevistas e estudos dos referenciais bibliográficos, foi possível compreender como o vínculo com a terra incide sobre a territorialização e territorialidades camponesas no processo de constituição dos territórios, em meio a expansão capitalista no campo. Conclui-se que a<br />relação dos camponeses com a terra por meio do vínculo, aponta para sua ressignificação e permanência no território.</p> 2022-09-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 José Ledy Carvalho Santos, Bernadete Maria Coêlho Freitas https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5188 Educação jurídica popular sobre conflitos agrários no Norte de Minas Gerais 2022-06-14T13:33:04+00:00 Alexandre Soares de Almeida jusagrarista@gmail.com Danilo Darley Pereira Santos Filho danilopsf@live.com Fernando Soares Gomes fernando.soares_gomes@hotmail.com Karolainne Veloso karolveloso10@gmail.com Maria Paula Fagundes e Silva mariapaulafagundes@gmail.com Maria Tereza Vieira de Paula Lopes maitelopees@outlook.com Thainara Aparecida Oliveira Alves thainaraalves.2012@hotmail.com Yasmin Silva Barros yasbarros@hotmail.com <p>O Curso Livre “Defesa dos direitos do campesinato, povos e comunidades tradicionais e da reforma agrária” foi uma iniciativa do Núcleo de Direitos Humanos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), regional norte de Minas Gerais, sendo realizado entre os meses de agosto e dezembro de 2021 por meio de atividades virtuais e presenciais, inclusive com visitas e trabalhos de campo. A partir de chamadas públicas que circularam nas redes sociais, foram selecionados(as) os(as) estudantes de graduação em Direito interessados(as). No presente relato de experiência, nós, estudantes da “Turma Saluzinho”, objetivamos socializar algumas das reflexões e dos debates que produzimos ao longo do estudo dos casos jurídicos. A narração, conforme poderá ser visto, é polifônica. As ideias partem da perspectiva dos(as) estudantes envolvidos(as). Cientes da impossibilidade de esgotarmos a complexidade de cada um dos contextos apresentados a seguir, evidenciamos, por outro lado, que a inserção de tais problemáticas em sala de aula pode fertilizar consciências e promover alternativas à lógica de reprodução sistemática e acrítica de doutrinas e dogmáticas jurídicas.</p> 2022-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Alexandre Soares de Almeida, Danilo Darley Pereira Santos Filho, Fernando Soares Gomes, Karolainne Veloso, Maria Paula Fagundes e Silva, Maria Tereza Vieira de Paula Lopes, Thainara Aparecida Oliveira Alves, Yasmin Silva Barros https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5723 A Questão Agrária no Brasil: a leitura de Ariovaldo Umbelino de Oliveira 2022-09-10T01:03:16+00:00 Rodolfo A. M. Pelegrin rodolfo.pelegrin@gmail.com <p>Este artigo traz o depoimento de Ariovaldo Umbelino de Oliveira, Professor Sênior da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, para episódio da websérie Leituras Brasileiras. Dentro da proposta da série, o professor apresenta uma síntese introdutória de seu pensamento, resultando em um vídeo de cerca de 22 minutos. O depoimento traz quatro blocos principais: primeiro, uma apresentação dos fundamentos teóricos que embasam o pensamento do professor que, em seguida, expõe sua abordagem acerca do campesinato no Brasil. A seguir, faz uma breve discussão sobre os conflitos de terra no Brasil, e encerra sua fala com o tema da propriedade da terra no Brasil.</p> 2022-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Rodolfo Pelegrin https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4769 Educação Ambiental e Ensino de Geografia: Entre o Cotidiano e a Sala de Aula 2022-02-17T11:26:44+00:00 Ariel Costa Santos ariel.costa.geo@gmail.com <p>O presente trabalho nasce a partir de questionamentos sobre os impactos ambientais urbanos, feito pelos alunos do 6° ano do ensino fundamental, de uma escola pública da cidade de Rondonópolis, no estado de Mato Grosso, durante a aula de geografia. Destaca-se que, ao abordar questionamentos que referiam-se ao meio ambiente e ações antrópicas, os alunos pontuaram algumas problemáticas que os mesmos vivenciavam no seu dia a dia, com isso, emergiu a necessidade de se pensar a educação ambiental como prática pedagógica, partindo da sala de aula e indo ao encontro da realidade dos alunos. Neste contexto, visando sanar as dúvidas dos alunos e promover o debate atravessado por uma prática que não se restringisse somente a sala, buscou-se discutir sobre a educação ambiental e sua importância para a construção da cidadania, tomando como base para analise o próprio cotidiano dos alunos. Com isso, foi possível perceber, primeiramente que poucos alunos conheciam a importância da educação ambiental, já outros, por fatores estruturais, com falta de recursos ou acesso a informações adequadas não tinham ouvido falar, mas reconheciam a importância da preservação ambiental para a manutenção da vida no planeta.</p> 2022-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Ariel Costa Santos https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5799 As diversas cartografias e suas representações: conflitos territoriais no Norte de Minas Gerais 2022-10-11T19:12:08+00:00 Cássio Alexandre Silva cassio.silva@unimontes.br Uakyrê Pankararu Braz wakyre.97@gmail.com Joyce Nayara Wanderley Correia joycenwc@gmail.com Karine Siqueira Camilo Silva karine.siqueira@yahoo.com.br Wesley Martins de Almeida wesleymartinsagrob@gmail.com <p>Apresentamos o curso intitulado“As Diversas Cartografias e Suas Representações: Conflitos Territoriais no Norte de Minas Gerais”, ao 16º Fórum de Ensino, Pequisa, Extensão e Gestão/Unimontes (2022), com a justificativa de ampliar o debate e divulgação da pesquisa . Com base nos conflitos territoriais no Norte de Minas Gerais, as populações originárias (indígenas) bem como as populações quilombolas, as comunidades tradicionais (gerazeiros, caatingueiros, ilheiros, vazanteiros e veredeiros) e assentados de movimentos sociais, reconhecem suas expressões e representações sociais. Ambientalmente, socialmente, politicamente, juridicamente a identidade afirma-se diante de suas representações. Materialmente e imaterialmente a comunicação e a linguagem cartográfica abordam e reconhecem elementos representativos socialmente. O mapeamento dos conflitos são indispensáveis para o desenvolvimento e organização dos processos das relações de territorialidades na região. As populações autocartografam suas realidades com propostas de resoluções e empoderamento socioespacial e sustentável. Como problema, propomos saber se com os usos das diversas cartografias, pode-se minimizar e reconhecer o enfrentamento de conflitos socioespaciais(?). Como objetivo, reconhecer as diversas cartografias e suas representações nos conflitos territoriais no norte de Minas Gerais. A abordagem é acionada e dada em apresentar as representações de automapeamentos e cartografias participativas. Metodologicamente o curso é apresentado com conteúdos teóricos; exemplificações textuais de diversas modalidades cartográficas; prática com mapa mudo e imagens de paisagens; debate e referêncais bibliográficas. O resultado do curso teve abrangência de superação além do contexto geográfico, pois diretamente atingiu acadêmicos dos cursos de Ciências Sociais/Antropologia, Direito, Geografia e Matemática.</p> 2022-12-05T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Cássio Alexandre Silva, Uakyrê Pankararu Braz, Joyce Nayara Wanderley Correia, Karine Siqueira Camilo Silva, Wesley Martins de Almeida https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5813 Encuentro-taller El Istmo que queremos: um espaço de organização comunitária frente aos megaprojetos neoextrativistas e de infraestrutura na região do Istmo de Tehuantepec, Oaxaca, México 2022-10-23T17:07:08+00:00 Maíra Araújo Cândida maira.candida@yahoo.com.br <p><em>O Encuentro-taller El Istmo que queremos</em> foi um espaço realizado em Morro Mazatán, no estado de Oaxaca, México, no ano de 2021. A atividade foi promovida pelo <em>Comitê Ixtepecano en defensa de la Vida y el Território </em>e convocada pelas assembleias comunitárias, por coletivos, comitês e grupos organizados de rádio e escolas, com o intuito de realizar uma análise sobre a realidade da região e suas comunidades, identificar a presença dos megaprojetos no território e os principais conflitos gerados, reconhecer as dificuldades organizativas das comunidades e seus principais desafios, para traçar estratégias de mobilização e organização social na construção de resistências comunitárias. O objetivo desse relato, produzido a partir da metodologia de observação participante, é registrar as análises e os principais debates realizados na atividade que buscou construir uma organização das lutas comunitárias na região do Istmo de Tehuantepec. A participação no encontro é parte do trabalho de campo do doutorado em curso no programa de pós-graduação em Ciencias en Ecología y Desarrollo Sustentable, do El Colegio de la Frontera Sur, em regime de cotutela com o Programa de pós-graduação em Sociologia da Universidade Estadual do Ceará.</p> 2022-12-05T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Maíra Araújo Cândida https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5517 Estruturação e atuação do Núcleo de Estudos Sismológicos da Unimontes em Minas Gerais 2022-08-17T02:22:48+00:00 Maykon Fredson Freitas Ferreira maykon.ferreira@unimontes.br Manoel Reinaldo Leite manoel.leite@unimontes.br <p>Minas Gerais é um Estado importante no Brasil quando se trata de ocorrências sísmicas. Nos últimos anos ocorreram grandes tremores de terra neste Estado, principalmente na sua região Norte. É possível citar, como exemplo, os tremores ocorridos em Itacarambi com magnitude 4,9 e em Montes Claros com magnitude 4,2. A maioria dos sismos dessa região estão concentrados em zonas sísmicas ao longo de estruturas geológicas chamadas de falhas, presentes no embasamento cristalino, abaixo das coberturas sedimentares. O conhecimento dessas falhas geológicas ocorreu mediante a instalação de estações sismográficas locais e a observação e análise das ondas sísmicas geradas pelos próprios tremores. Para sustentar as pesquisas relacionadas aos sismos e estruturas geológicas, foi criado no ano 2014, o Núcleo de Sismologia da Unimontes, que, desde então, vem desempenhando um forte trabalho de monitoramento sísmico, não somente na região Norte, mas em todo o Estado de Minas Gerais. Neste contexto, buscou-se reportar a estruturação do Núcleo de Sismologia da Unimontes no Estado, bem como, sua atuação em trabalho de monitoramento sísmico e desenvolvimento de pesquisa. O que se espera é que o Núcleo de Estudos Sismológicos da Unimontes se aperfeiçoe ainda mais quanto aos critérios de monitoramento e pesquisa da sismicidade e se torne uma grande referência em todo o espaço nacional.</p> 2022-12-05T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Maykon Fredson Freitas Ferreira, Manoel Reinaldo Leite https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5963 Interdisciplinaridade, transversalidade e formação de professores 2022-11-21T00:21:07+00:00 Rui Ribeiro de Campos revista.verdegrande@unimontes.br <p>O presente ensaio debate a Interdisciplinaridade, transversalidade e formação de professores a partir da ciência geográfica.</p> 2022-12-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Rui Ribeiro de Campos https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5901 Viveiro Cílios da Terra: promovendo a reativação da produção de mudas nativas, frutíferas e de hortaliças no semiárido mineiro 2022-11-19T02:19:10+00:00 Deyvison Lopes Siqueira deyvisonsiqueira@yahoo.com.br Rodrigo Guedes de Araújo pedagogodaterra@gmail.com Gustavo Henrique Cepolini Ferreira gustavo.cepolini@unimontes.br <p>O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), vem desenvolvendo em algumas regiões do estado de Minas Gerais em áreas de assentamentos a implementação de viveiros de mudas que faz parte do projeto semeando agroflorestais, que tem como objetivo a organização de viveiros para produção, plantio e distribuição de mudas que subsidiem o reflorestamento de áreas degradadas, articulado ao projeto Recuperando Áreas Degradadas em Assentamentos da Reforma Agrária (RADAR) inseridas no contexto do Projeto Plantando Futuro da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMGE), também vinculados ao projeto “Implantação de Sistemas Agroflorestais em áreas de reforma agrária como estratégia de recuperação de áreas degradadas” com financiamento da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG). Nesse sentido, na cidade de Montes Claros-MG no assentamento Estrela do Norte, foi implementado em 2016 o viveiro de mudas "Cílios da Terra” na área do Centro de Formação Décio Ezequias do MST. </p> 2022-12-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Deyvison Lopes Siqueira, Rodrigo Guedes de Araújo, Gustavo Henrique Cepolini Ferreira https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4736 Mudanças curriculares evidenciadas com a aprovação da BNCC: compreensões de professores do oeste de Santa Catarina 2021-12-13T19:30:41+00:00 Carina Copatti c.copatti@hotmail.com Adriana Maria Andreis adrianaandreis@hotmail.com <p>A partir das mudanças curriculares que vêm sendo implementadas no país, oriundas das redefinições das políticas educacionais, vive-se um processo que leva os professores a construírem distintas interpretações sobre o planejamento e o currículo escolar. Tomando a formação continuada de professores no oeste catarinense como referência, o objetivo é debater significações dos professores frente às novas políticas que reverberam na redefinição do currículo escolar. A questão investigada é: de que modo os professores do oeste catarinense têm compreendido sua participação nas redefinições curriculares? O ensaio tem um caráter crítico-reflexivo considerando a perspectiva participativa como basilar para o debate que se constrói na relação com a pesquisa empírica, realizada com um grupo de professores pedagogos que atuam em distintos municípios que compõem a região da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina (AMOSC). A análise dos dados é realizada por meio da pesquisa indiciária, tendo como principais resultados a percepção dos professores de que a redefinição curricular possibilita repensar sua atuação, construir autonomia, estabelecer diálogos, repensar planejamentos. No entanto, apesar da participação na elaboração do Referencial Curricular Regional, cabe ainda fortalecer a compreensão e a utilização efetiva do documento, bem como, sua articulação com aspectos direcionados pela BNCC.</p> 2022-09-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Carina Copatti, Adriana Maria Andreis https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4739 Geografia e Gamificação: ser professor a partir das experiências da Residência Pedagógica (Unimontes) em tempos de pandemia da COVID-19 2021-12-28T23:28:45+00:00 Rahyan de Carvalho Alves rahyancarvalho@yahoo.com.br Vanessa Tamiris Rodrigues Rocha vanessatamiiris@gmail.com Brenda Soares Ribeiro brendasribeiro29@gmail.com Dulce Pereira dos Santos dulcepereira.pereira@gmail.com <p>O presente trabalho relata as experiências obtidas a partir da prática de uso da gamificação, em sala de aula, como recurso para o processo de ensino e aprendizagem. Essa experiência processou-se a partir da atuação dos acadêmicos do curso de Licenciatura em Geografia no Programa Residência Pedagógica, ofertado pela Universidade Estadual de Montes Claros. A atividade realiza-se no ano de 2021, aplicada para duas turmas do 6° ano, do Ensino Fundamental II, numa escola estadual, localizada na cidade de Montes Claros, no Estado de Minas Gerais. A metodologia deste trabalho foi de: <em>i) </em>revisão bibliográfica sobre as temáticas relacionadas a Residência Pedagógica e o uso da gamificação e <em>ii) </em>apresentação do relato de experiência sobre o uso dos jogos didáticos aplicados no decorrer do exercício docente proporcionado pelo programa supracitado.</p> 2021-09-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Rahyan de Carvalho Alves, Vanessa Tamiris Rodrigues Rocha, Brenda Soares Ribeiro, Dulce Pereira dos Santos https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4872 O espaço livre público na cidade contemporânea: análise da qualidade da Lagoa Interlagos na cidade de Montes Claros – MG 2022-05-10T00:25:02+00:00 Carlos Alexandre de Bortolo carlos.bortolo@unimontes.br Christiana de Castro Nogueira Alcântara christiana.fipmoc@gmail.com <p>Os espaços livres públicos são, por excelência, lugar de práticas sociais que conferem vida às cidades. Sob influência da modernidade, as propostas de planejamento urbano voltaram-se para práticas racionalistas que se esqueceram da escala humana em detrimento dos automóveis e das relações econômicas. Essa é uma questão que se coloca a favor de espaços livres públicos mais humanizados e condizentes com a realidade de seus usuários. Para tanto, devem possuir condições estruturais de modo que as pessoas possam desfrutar dos benefícios que eles têm a oferecer. O objetivo deste estudo foi analisar a qualidade do espaço livre público na cidade de Montes Claros – MG, tendo como objeto de estudo a lagoa Interlagos. A lagoa foi analisada sob os indicadores de acessibilidade/mobilidade, proteção, conforto, aprazibilidade e diversidade de usos. Os resultados demonstram que a falta de políticas públicas efetivas para o local resulta na má qualidade do espaço, não atendendo às necessidades de seus usuários. Conclui-se que o espaço público livre público é vital para a constituição urbana e a vida das cidades contemporâneas.</p> <p> </p> 2022-09-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Carlos Alexandre de Bortolo, Christiana de Castro Nogueira Alcântara https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5719 As metodologias ativas e suas aplicações no curso de Geografia da UEMA no biênio de 2020 - 2021 2022-09-09T13:33:59+00:00 Gilberlene Serra Lisboa gilberlene_serra@yahoo.com.br <p>A pesquisa tem como objetivos analisar a utilização de metodologias ativas e seus recursos no processo de ensino-aprendizagem no curso de licenciatura em Geografia no contexto da Pandemia de Covid-19.&nbsp; identificando a utilização desses recursos e metodologias ativas aplicadas durante&nbsp; o ensino remoto, e como foram empregadas as metodologias ativas em tempos de pandemia no curso de Geografia do biênio de 2020-2021. Para alcançar os objetivos propostos neste trabalho, foram realizados três procedimentos:&nbsp; levantamento bibliográfico,&nbsp; aplicação do questionário no <em>Google Forms</em>, e o terceiro o trabalho de gabinete.&nbsp; Constatou-se que a maioria dos docentes usam metodologias ativas em suas aulas, durante período pandêmico o google meet e teams foram as plataformas mais utilizadas para as aulas remotas; como recurso tecnológico o computador e os aplicativos foram os mais apontados como investimentos no ensino; o maior problema enfrentado no ensino remoto foi a falta ou acesso a conexão de internet. A experiência desse trabalho foi bastante rica por registrar a percepção e vivência dos&nbsp; docentes e provocar uma discussão sobre o uso de metodologias ativas no ensino remoto.</p> <p>&nbsp;</p> 2022-10-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Gilberlene Serra Lisboa https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5680 Branquidade e controle do não-branco: análise de materiais didáticos e contornos indígenas no Brasil ao longo da década de 1930 2022-09-13T18:42:47+00:00 Yuri Araujo Carvalho yuri.araujo@baraodemaua.br Rafael Cardoso de Mello rafael.cardoso@baraodemaua.br Andrea Coelho Lastoria lastoria@ffclrp.usp.br Sérgio Luiz de Souza srgioluz2@gmail.com <p>O presente artigo debruça-se sobre distintas elaborações discursivas atinentes ao elemento indígena brasileiro (inserido, por sua vez, no período histórico colonial), presentes no material didático intitulado “Rudimentos de História do Brasil: curso primário”, elaborado por João Ribeiro de Andrade Fernandes e empregado no ensino escolar nacional ao longo de boa parte do século XX. Nossos esforços baseiam-se na hipótese segundo a qual relevantes distorções, omissões e simplificações a respeito dos mundos indígenas – presentes nas intersecções entre os campos religioso, econômico, social, cultural, cotidiano, entre outros, e orientadas, via de regra, por sentidos nuclear e aprioristicamente negativos – encontravam-se presentes em materiais didáticos editados e manejados nos ambientes escolares brasileiros, catalisando – ainda que potencialmente – introjeções de aversão aos “outros” (no caso, as etnias e os sujeitos históricos indígenas brasileiros), contrapondo-os à naturalização da “branquidade” enquanto padrão estruturalmente aceito de civilidade. Os métodos mobilizados ao longo do artigo dialogam com a análise qualitativa dos discursos contidos no referido material didático. </p> <p><strong> </strong></p> 2022-10-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Yuri Araujo Carvalho, Rafael Cardoso de Mello, Andrea Coelho Lastoria, Sérgio Luiz de Souza https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5096 Análise da relação do índice de GINI e da configuração ambiental nos municípios do oeste baiano a partir de dados do sensor orbital modis para o ano de 2019 2022-09-04T20:12:45+00:00 Luciel Passos de Oliveira lucielpassos@gmail.com Uilmer Rodrigues Xavier da Cruz uilmer@ufmg.br <p>O Oeste da Bahia caracteriza-se como uma região marcada pelo agronegócio e pela expansão das novas fronteiras agrícolas; em contrapartida, essa mesma região é caracterizada também pelas altas concentrações de terra, sobre as quais emprega-se, neste estudo, o índice de Gini (IG), para mensurar esse fenômeno socioeconômico e com repercussões socioambientais. Diante disso, este artigo tem como objetivo analisar e discutir as relações entre o IG e a o uso e a cobertura da terra nessa região, a partir de imagens do sensor <em>Moderate-Resolution Imaging Spectroradiometer</em> (MODIS). Empregando técnicas de Sensoriamento Remoto e Processamento Digital de Imagens, foi possível identificar as principais características e configurações ambientais das áreas, a partir da concentração de terras mensurada pelo IG.</p> 2022-10-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Luciel Passos de Oliveira, UilmerRodrigues Xavier da Cruz https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/5075 Uma proposta de erradicação da espécie exótica invasora denominada Leucena em uma área do município de Itapira-SP e o favorecimento da biodiversidade local 2022-08-08T13:24:53+00:00 Anderson Martelli martellibio@hotmail.com <p>Espécies invasoras da flora são consideradas atualmente a segunda maior causa de perda de biodiversidade no mundo. Uma destas espécies é Leucena (Leucaena leucocephala). Originária da América Central está distribuída em grande parte do Brasil, sendo introduzida para alimento na bovinocultura. Tentativas de controle fracassavam, pois quando cortada sua rebrota sai de forma vigorosa desfavorecendo a proliferação de vegetações nativas entrando na lista das 100 piores espécies invasoras do mundo. Assim, o objetivo deste artigo foi retratar uma estratégia de controle desse vegetal no município de Itapira-SP, em uma área de preservação permanente (APP) com o replantio de espécies nativas do bioma Mata Atlântica. A leucena foi erradicada com a supressão das unidades arbóreas presentes nessa APP, retirada dos tocos com a parte radicular, raspagem superficial do solo para remoção das sementes, controle da rebrota através da capina e o replantio de espécies nativas com porte de três metros reduzindo a insolação local, fator que dificulta a rebrota dessa espécie. Conhecer a dimensão da infestação da leucena em uma localidade e seu desenvolvimento é o ponto de partida básico para um planejamento adequado das estratégias de erradicação e manejo, assim como, a substituição por arvores nativas do bioma local.</p> 2022-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Anderson Martelli https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/verdegrande/article/view/4989 O estudo da cidade e da urbanização brasileira para o Ensino de Geografia no Ensino Fundamental 2022-03-02T00:45:45+00:00 Natalia Guimarães Ventura gventura.natalia@gmail.com Ingrid Ribeiro Olanda Bonifácio indribeiroo@gmail.com Frederico de Holanda Bastos fred.holanda@uece.br <p>O presente artigo é aparato didático para a compreensão da historiografia da cidade, uma vez que dá foco à realidade brasileira a qual reflete as relações de outros países inseridos na América do Sul e ressalta a importância da educação geográfica no Ensino Fundamental II, por entender que a incorporação de tais temáticas, nas discussões em aula, é essencial. Salienta-se que é preciso compreender as contradições brasileiras e evidenciar as heterogeneidades da urbanização sul-americana, em face à concentração demográfica nas regiões urbanas, pois esta realidade comum aos municípios brasileiros figura a necessidade de entender a cidade e os processos que determinam as relações sociais nesse espaço.</p> 2022-10-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Natalia Guimarães Ventura, Ingrid Ribeiro Olanda Bonifácio, Frederico de Holanda Bastos