Revista Renome https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renome <p>A Revista Norte Mineira de Enfermagem (RENOME) adota o sistema de publicação em fluxo contínuo (rolling pass), indexada e interdisciplinar, de circulação nacional, publicado pelo Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES). Tem como objetivo precí­puo publicar trabalhos originais e inéditos, relacionados às diversas áreas do conhecimento da enfermagem, da saúde e de áreas relacionadas ao seu escopo. Os trabalhos enviados serão apreciados pelo Conselho Editorial e por avaliadores (consultores).</p> Editora Unimontes pt-BR Revista Renome 2317-3092 <p><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></p> <p>Nesta Revista, os Direitos Autorais para artigos publicados são do(s) autor(es), sendo os direitos da primeira publicação pertecentes à Revista Norte Mineira de Enfermagem. Os artigos são de acesso público, de uso gratuito, de atribuições próprias, de atribuições educacionais e de aplicações não comerciais. </p> PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS À POLIFARMÁCIA EM IDOSOS ASSISTIDOS EM UM CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA À SAÚDE DO IDOSO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renome/article/view/5642 <p>O estudo objetivou verificar a prevalência e os fatores associados à polifarmácia em idosos em um Centro de Referência em Assistência à Saúde do Idoso ao norte de Minas Gerais, Brasil. Estudo transversal e analítico, com abordagem quantitativa. A coleta de dados ocorreu entre maio e julho de 2015. Foram analisadas variáveis demográficas e socioeconômicas, morbidades, utilização de serviços de saúde e o escore da Escala de Fragilidade de Edmonton. As razões de prevalências ajustadas foram obtidas por análise múltipla de regressão de Poisson com variância robusta. Foram avaliados 360 idosos com idade igual ou superior a 65 anos. A prevalência de polifarmácia foi 33,3%. As variáveis associadas à polifarmácia foram: hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, cardiopatia auto-referidas e presença de fragilidade. A prevalência da polifarmácia foi mais baixa do que registram outros estudos e esteve associada ao relato de comorbidades e presença de fragilidade.</p> Walker Henrique Viana Caixeta Mariano Fagundes Neto Soares Kênia Souto Moreira Aletheia Maria Rodrigues Souto Daniela Lopes Gomes Daniella Cristina Nassau Dênio de Castro Gomes Igor Caldeira Soares Isis Gabriella Antunes Lopes Veloso Kátia Regina Gandra Lafetá Patricia Mameluque e Silva Fernanda Marques da Costa Jair Almeida Carneiro Copyright (c) 2022 Walker Henrique Viana Caixeta, Mariano Fagundes Neto Soares, Kênia Souto Moreira, Aletheia Maria Rodrigues Souto, Daniela Lopes Gomes, Daniella Cristina Nassau, Dênio de Castro Gomes, Igor Caldeira Soares, Isis Gabriella Antunes Lopes Veloso, Kátia Regina Gandra Lafetá, Patricia Mameluque e Silva, Fernanda Marques da Costa, Jair Almeida Carneiro https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2022-08-07 2022-08-07 11 1 12 18 10.46551/rnm23173092202200103 AVALIAÇÃO DA FRAGILIDADE DE IDOSOS LONGEVOS ASSISTIDOS POR CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA À SAÚDE DO IDOSO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renome/article/view/5640 <p>Este estudo tem por objetivo avaliar a fragilidade de idosos longevos assistidos por um Centro de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, localizado no norte de Minas Gerais. Trata-se de estudo transversal, com amostragem por conveniência. Foram realizadas análises descritivas das variáveis demográfica, social, econômica, clínica, utilização de serviços de saúde e o escore da Escala de Fragilidade de Edmonton. Participaram do estudo 89 idosos longevos. A maioria era do sexo feminino, vivia sem companheiro e referia até quatro anos de estudo. Quanto à capacidade funcional, 25,8% é dependente para a realização das atividades básicas da vida diária e 91,0% dependente para as atividades instrumentais da vida diária. A prevalência de fragilidade foi 65,1%, sendo que 30,3% apresentou fragilidade leve, 28,1% fragilidade moderada e 6,7% fragilidade severa. Esperava-se prevalência maior de fragilidade em idosos longevos. Conhecer o perfil da fragilidade de idosos longevos assistidos pelo CRASI permite o desenvolvimento de ações de saúde para esse segmento populacional.</p> Walker Henrique Viana Caixeta Mariano Fagundes Neto Soares Kênia Souto Moreira Aletheia Maria Rodrigues Souto Daniela Lopes Gomes Daniella Cristina Nassau Dênio de Castro Gomes Igor Caldeira Soares Isis Gabriella Antunes Lopes Veloso Kátia Regina Gandra Lafetá Patricia Mameluque e Silva Fernanda Marques da Costa Jair Almeida Carneiro Copyright (c) 2022 Walker Henrique Viana Caixeta, Mariano Fagundes Neto Soares, Kênia Souto Moreira, Aletheia Maria Rodrigues Souto, Daniela Lopes Gomes, Daniella Cristina Nassau, Dênio de Castro Gomes, Igor Caldeira Soares, Isis Gabriella Antunes Lopes Veloso, Kátia Regina Gandra Lafetá, Patricia Mameluque e Silva, Fernanda Marques da Costa, Jair Almeida Carneiro https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2022-07-25 2022-07-25 11 1 05 11 10.46551/rnm23173092202200102 INTERNAÇÕES HOSPITALARES POR PNEUMOCONIOSES NA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL, 2017 a 2020 https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renome/article/view/5639 <p>Este estudo objetivou analisar as internações hospitalares por pneumoconioses na região sudeste do Brasil durante o período de janeiro de 2017 a dezembro de 2020. Trata-se de estudo transversal, retrospectivo e descritivo, com dados secundários registrados no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Os dados sobre morbidade hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS) devido à pneumoconiose por local de residência foram coletados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do SUS (SIH/SUS). Foram identificadas 1.036 internações hospitalares por pneumoconiose no sudeste brasileiro. O maior percentual foi no ano de 2019 (28,4%). Minas Gerais (34,9%) possuía o maior número de casos. Do total de internações hospitalares, destacam-se o gênero masculino (62,6%) e a faixa etária entre 60 e 69 anos (22,0%). O número total de internações veio crescendo de 2017 a 2019, enquanto que em 2020 houve redução. Ações de prevenção e promoção da saúde do trabalhador podem ser implantadas a partir do conhecimento das características encontradas.</p> Gabriel França Alves Kênia Souto Moreira Aletheia Maria Rodrigues Souto Daniela Lopes Gomes Daniella Cristina Nassau Dênio de Castro Gomes Igor Caldeira Soares Isis Gabriella Antunes Lopes Veloso Fernanda Marques da Costa Jair Almeida Carneiro Copyright (c) 2022 Gabriel França Alves, Kênia Souto Moreira, Aletheia Maria Rodrigues Souto, Daniela Lopes Gomes, Daniella Cristina Nassau, Dênio de Castro Gomes, Igor Caldeira Soares, Isis Gabriella Antunes Lopes Veloso, Fernanda Marques da Costa, Jair Almeida Carneiro https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2022-06-25 2022-06-25 11 1 01 05 10.46551/rnm23173092202110101