RENEF https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef <p>A Revista Eletrônica Nacional de Educação Física - RENEF, ISSN 2526-8007, é uma publicação do Curso de Educação Física da Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES, é uma revista de periodicidade <strong>semestral</strong> e tem por objetivo publicar pesquisas que contribuam para o avanço do conhecimento acerca do movimento humano relacionado à Educação Física, Esporte, o bem-estar físico e psíquico e áreas afins. Serão aceitos os seguintes formatos para publicação: Artigo Original, Artigo de Revisão, Estudo de Caso, Artigo Técnico, Artigo de Opinião e resumos. Para publicação de estudos de caso, a metodologia seguida deverá ser rigorosa e expressa no manuscrito.</p> Editora Unimontes pt-BR RENEF 2526-8007 TREINAMENTO DE FORÇA PARA IDOSOS: UMA SÍNTESE DO POSICIONAMENTO DA NATIONAL STRENGTH AND CONDITIONING ASSOCIATION https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/7357 <p>O posicionamento da <em>National Strength and Conditioning Association </em>(NSCA) (Fragala <em>et al., </em>2019) apresenta um estado da arte da literatura relevante atual e fornece recomendações baseadas em evidências para a prescrição do treinamento resistido para idosos. Baseado nisso, o presente <em>Point of View</em> sintetiza e divulga em português o posicionamento da NSCA para a implementação de boa prática baseada em evidência, de modo a ser utilizada por profissionais do movimento humano.</p> Maurício Costa Wellington Danilo Soares Frederico Sander Mansur Machado Vinicius Dias Rodrigues Renato Sobral Monteiro Júnior Copyright (c) 2024 RENEF 2024-03-20 2024-03-20 15 23 2 43 10.46551/rn2024152300081 INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: VERDADE OU UTOPIA? https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/7189 <p>Identificar se a inclusão de alunos com deficiência nas aulas de educação física se configura como verdade ou utopia. Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo e transversal. Participaram do estudo 30 professores de Educação Física de escolas públicas e privadas da cidade de Montes Claros – MG. Os participantes responderam a um questionário composto de 20 questões elaboradas pelos autores. A análise dos dados foi realizada através de uma análise descritiva com valores em frequência absoluta e relativa. Participaram do estudo professores de Educação Física Escolar com idade de 25 a 49 anos (com predomínio do sexo masculino (51,3 %), sendo que a maioria (67,3%) possui mais de 5 anos de docência. Os professores foram questionados se cursaram alguma disciplina na grade curricular da graduação relacionada à inclusão, e 83,3% (n=25) deles responderam que sim enquanto (16,7 %) n=5 responderam não. O que demonstra que a maioria dos professores tem conhecimento das importâncias em saber lidar com alunos com deficiência. Buscamos abordar se os professores recebem suporte da escola e outros profissionais especializados, pudemos identificar que 46,7% (n=14) apontaram que às vezes recebem esse apoio e apenas 13,3% (n=4) sempre recebem suporte e apoio. O estudo aponta várias dificuldades encontradas para proporcionar uma educação inclusiva de qualidade, principalmente no âmbito escolar. Isso inclui a falta de acessibilidade para alunos com deficiência, a ausência de uma ênfase suficiente na formação de professores em educação inclusiva, bem como a falta de apoio do corpo pedagógico escolar para acesso a cursos e palestras nessa área. Isso mostra a importância de continuar trabalhando para construir ambientes educacionais mais inclusivos e libertadores para todos.</p> Wellington Danilo Soares Luana Larissa Caetano Soares Paulo Eduardo Gomes de Barros Walter Luiz Moura Copyright (c) 2024 RENEF 2024-02-28 2024-02-28 15 23 44 55 10.46551/rn2024152300082 PERCEPÇÃO DOS RESULTADOS COM A PRÁTICA DE MUSCULAÇÃO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/7185 <p>O presente estudo teve como objetivo verificar a percepção dos resultados obtidos com a prática de musculação. A amostra foi composta por 256 indivíduos, de ambos os sexos, com idade média de 30,94 ± 9,60 anos, sendo 134 masculino e 122 feminino. Os participantes responderam um formulário contendo questões relacionadas aos objetivos do presente estudo. Foi utilizado o teste qui-quadrado para comparar, entre sexos, os objetivos e a percepção dos resultados obtidos, considerando um nível de significância α ≤ 0,05. Foi evidenciado que entre os objetivos avaliados, hipertrofia muscular foi o resultado percebido pelo maior percentual de participantes, seguido por condicionamento físico, emagrecimento e definição muscular. Além disso, destaca-se que 99,61% relataram melhora com relação aos objetivos almejados com a prática da musculação. Foi evidenciada diferença entre os sexos na percepção dos resultados obtidos para hipertrofia e aumento de força musculares, sendo que a maioria do homens informaram melhora completa para hipertrofia muscular e todos os homens que relataram ter como objetivo aumento de força muscular informaram ter alcançado seus objetivos. Não houveram diferenças entre os sexos quanto a percepção dos resultados para condicionamento físico, emagrecimento, definição muscular e outros. Conclui-se que os principais objetivos para de musculação foram hipertrofia muscular, condicionamento físico e emagrecimento. A maioria relatou melhora parcial com a prática da musculação. Houve maior proporção de homens informando ter como meta hipertrofia muscular, enquanto que houve maior frequência mulheres que tinham como objetivo definição muscular e emagrecimento. A maioria do homens relataram melhora completa em relação à hipertrofia muscular e todos os homens que informaram ter como objetivo o aumento de força muscular reportaram melhora completa nessa capacidade.</p> Janaina Gonçalves Schmidt de Paula Francisco Marques da Silva Júnior Grazielle Lucy da Silva Rosa Waldney Roberto de Matos e Ávila Giovanna Mendes Amaral Jean Claude Lafetá Hellen Veloso Rocha Marinho Copyright (c) 2024 RENEF 2024-03-11 2024-03-11 15 23 56 70 10.46551/rn2024152300083 PERFIL ANTROPOMÉTRICO, FORÇA E FLEXIBILIDADE DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/6867 <p>O envelhecimento populacional é uma realidade não somente do Brasil, mas de todo o mundo, e as mudanças que este processo ocasiona na sociedade se faz pensar em uma temática cada vez mais em pauta e na necessidade de programas, ações’ políticas públicas, estudos e projetos direcionados a este público. O objetivo do estudo foi analisar e comparar o perfil antropométrico, força e flexibilidade em idosos praticantes de atividade física. Trata-se de uma pesquisa com abordagem quantitativo, comparativa e de corte transversal. Foram realizados mensuração de força de preensão manual da mão dominante, através de um dinamômetro, também avaliação dos níveis de flexibilidade, através da técnica de goniometria, e por fim, avaliação do perfil antropométrico, pelo protocolo do Índice de Massa Corporal (IMC). Participaram do estudo 64 idosos, ambos os sexos, selecionados de forma intencional. Os resultados demonstram que houve uma diferença estatisticamente significativa na comparação dos sexos. Na flexibilidade as mulheres obtiveram médias superiores aos homens, já com relação a força de preensão manual, os homens apresentaram médias superiores às mulheres. Não houve diferença entre sexos no que tange ao Índice de Massa Corporal – IMC, sendo que a maioria dos pesquisados foram classificados com sobrepeso e obesidade. Conclui-se que as mulheres avaliadas têm maior flexibilidade e menores níveis de força quando comprados com os homens. Faz-se necessário que ambos os idosos busquem por uma melhor qualidade de vida, priorizando a alimentação e a prática de exercícios físicos.</p> Wellington Danilo Soares Kelly Regina Cruz Santos Lúcio Antônio de Jesus Saulo Daniel Mendes da Cunha Vinicius Dias Rodrigues Árlen Almeida Duarte de Sousa Copyright (c) 2024 RENEF 2024-03-11 2024-03-11 15 23 71 80 10.46551/rn2024152300084 AS PROMESSAS DE PARIS 2024: UMA “NOVA VISÃO DO OLIMPISMO”? https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/7514 <p>Do criador francês Pierre de Coubertin e sua proposição dos Jogos Olímpicos no século XIX à criatura, os Jogos Olímpicos, que atravessam os 127 anos de existência, houve transformações sociais e rupturas da estrutura do esporte e, com isso, mudanças nas formas de ver, viver e praticar o denominado Olimpismo. A cidade de Paris reúne elementos históricos singulares ao que se configura como Movimento Olímpico (MO) não apenas por ser no país do seu fundador. Além de ter sido a sede do I Congresso Olímpico em que se instituiu o Comitê Olímpico Internacional em 1984, duas edições dos Jogos de verão foram sediadas em Paris, a saber: os da segunda e da oitava Olimpíadas, respectivamente, 1900 e 1924. Ao longo dos séculos que atravessou, o MO se conectou em diálogo com (e/ou pressionado por) questões sociais urgentes. Ao retornarem ao país do seu fundador em 2024, os Jogos Olímpicos englobam os tensionamentos do esporte global frente aos desafios sociais e a moldura singular de arcabouço de valores, pedagogia, símbolos e rituais idealizados por seu fundador. Este trabalho tem por objetivo analisa as narrativas da candidatura da cidade de Paris aos Jogos Olímpicos de 2024 no contexto de pautas globais que pressionam as narrativas do Olimpismo. Para tanto, utilizou-se como fonte de dados os livros de candidatura da cidade de Paris aos Jogos Olímpicos de 2024, em sua versão de língua inglesa, publicados em 2016. Como resultados, verifica-se que os livros de candidatura de Paris 2024 expressam alinhamento com o desenvolvimento da cidade e com a Agenda 2020 do Movimento Olímpico, reproduzindo lógicas de candidaturas anteriores, mas, avançando em outras questões. Nesse sentido, entendemos que o neo-olimpismo se verifica nas narrativas para além de retomar a proposta de retomar a filosofia original, mas, de conciliação dessa filosofia com temas emergentes, como a diversidade, anunciada como valor desta candidatura e, notavelmente, que se alinha a questões sociais urgentes.</p> Doiara Silva dos Santos Clarisse Silva Caetano Copyright (c) 2024 RENEF 2024-04-17 2024-04-17 15 23 81 95 10.46551/rn2024152300085 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NA FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/5304 <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Faz-se necessário o reconhecimento da importância e a valorização da disciplina Educação Física &nbsp;na formação básica. Assim, este estudo teve como objetivo revisar a literatura sobre as contribuições da disciplina Educação Física no processo da formação integral dos educandos. Buscou-se investigar os conteúdos dessa disciplina e as possibilidades de intervenção didático-pedagógicas em prol da formação crítica, reflexiva, autônoma e cidadã das crianças e adolescentes na educação básica. A busca bibliográfica consistiu na pesquisa de artigos publicados entre os anos de 1981 e 2021, utilizando, de forma combinada, os descritores Educação Física, escola e &nbsp;formação. Após a análise dos títulos e dos resumos, 4 artigos, foram incluídos nesta revisão. A Educação Física como componente curricular, tem como pressuposto básico, disseminar conhecimento sistematizado sobre a cultura corporal de movimento, capacitando o educando para a regulação, interação e transformação em relação ao meio em que vive, contribuindo para a formação do sentido de ser humano.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p><strong>Palavras-chave:</strong>&nbsp;Educação Física. Escola. Formação.</p> Alenice Ferraz Souto Alexandre Alves Caribe Cunha Josária Ferraz Amaral Copyright (c) 2024 RENEF 2024-04-17 2024-04-17 15 23 96 104 10.46551/rn2024152300086 ENTRE GOLPES E GINGAS: A PRESENÇA DAS LUTAS NO ENSINO MÉDIO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/7214 <p>A luta é um conteúdo que oferece um rol expressivo de ganhos afetivos, cognitivos, motores e sociais. A disciplina de Educação Física apresenta-se como um agente de importância ímpar para haver a fruição, no âmbito escolar, de um espectro diversificado de gestualidades e movimentos nas diversas práticas corporais inseridas na disciplina, sendo as lutas incorporadas nesse ensejo. Tomando como objeto de análise 4 escolas públicas estaduais, instaladas na sede citadina de Januária, cidade situada no Norte mineiro, este artigo descreve e interpreta a presença das lutas no Ensino Médio. De forma mais específica, buscou-se avaliar se as práticas de combate são desenvolvidas nas aulas, as modalidades mais recorrentes, dificuldades para aplicabilidade, possíveis correlações entre lutas e compartamentos violentos, e, por fim, se os docentes dialogam com os planos de curso que referenciam o trabalho da Educação Física escolar, em Minas Gerais. Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo e de corte transversal, com o espectro informativo subsidiado por um questionário adaptado, contando com a participação de 9 professores. Em linhas, o conjunto de dados arrolados na pesquisa revela que a maior parte dos professores cotejados desenvolvem o conteúdo nas aulas, não enxergam relações explícitas entre lutas e comportamentos violentos, bem como utilizam o currículo estadual para balisar suas atuações. Na mesma esteira, constatou-se, ainda, um repertório variado de práticas de combate ministradas pelos docentes, sendo a capoeira a modalidade com maior ocorrência de registros. </p> Taís Novaes de Souza Daniel Venâncio de Oliveira Amaral Copyright (c) 2024 RENEF 2024-04-17 2024-04-17 15 23 105 120 10.46551/rn2024152300087 EDITORIAL https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/7478 <p>Caros leitores,</p> <p>&nbsp;</p> <p>Nas páginas da RENEF - Revista Eletrônica Nacional de Educação Física, continuaremos sendo um espaço onde não apenas examinamos as nuances científicas da Educação Física, mas também celebramos a paixão que impulsiona as competições a superarem desafios aparentemente intransponíveis. Que os exemplos desses atletas inspirem educadores, pesquisadores e estudantes a aplicar esses princípios em suas próprias jornadas. Para que possamos cada vez mais colaborar com a ampliação do conhecimento e da informação, de forma a contribuir com a melhoria da saúde, bem-estar e qualidade de vida das pessoas, somos guiados pelo Barão Pierre de Coubertin, que idealizou os Jogos Olímpicos, e contribuir para o desenvolvimento da pesquisa em nossa universidade, no estado e no Brasil. E que o lema olímpico, Citius, Altius, Fortius (que em latim significa “o mais rápido, o mais alto, o mais forte”), seja não apenas um guia para atletas, mas uma inspiração constante para a elevação contínua do conhecimento, da prática na Educação Física, esporte, saúde e qualidade de vida. Assim aproveitem ao máximo das nossas publicações, e que as mesmas contribuam para o seu desenvolvimento pessoal, profissional e humano. Vamos as leituras.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Amário Lessa Júnior</p> <p>Geraldo Magela Durães</p> <p>Editores - RENEF</p> Amario Lessa Junior Geraldo Magela Durães Copyright (c) 2024 RENEF 2024-02-28 2024-02-28 15 23 1 1