RENEF https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef <p>A Revista Eletrônica Nacional de Educação Física - RENEF, ISSN 2526-8007, é uma publicação do Curso de Educação Física da Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES, e tem por objetivo publicar pesquisas que contribuam para o avanço do conhecimento acerca do movimento humano relacionado à Educação Física, Esporte, o bem-estar físico e psíquico e áreas afins. Serão aceitos os seguintes formatos para publicação: Artigo Original, Artigo de Revisão, Estudo de Caso, Artigo Técnico, Artigo de Opinião e resumos. Para publicação de estudos de caso, a metodologia seguida deverá ser rigorosa e expressa no manuscrito.</p> Editora Unimontes pt-BR RENEF 2526-8007 TRADUÇÃO DO POSICIONAMENTO “COLLEGIATE STRENGTH AND CONDITIONING COACHES ASSOCIATION” E “NATIONAL STRENGTH AND CONDITIONING ASSOCIATION” SOBRE AS DIRETRIZES PARA O RETORNO AO TREINAMENTO APÓS PERÍODOS DE INATIVIDADE https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/4306 <p>Em junho de 2019, a Associação Nacional de Força e Condicionamento (<em>NSCA, National Strength and Conditioning Association</em>) e a Associação Colegiada de Treinadores de Força Condicionamento (<em>CSCCa, Collegiate Strength and Conditioning Coaches Association</em>) lançaram um documento com as diretrizes para o retorno seguro ao treinamento após um período de inatividade (<em>CSCCa and NSCA Joint Consensus Guidelines for Transition Periods: Safe Return to Training Following Inactivity</em>). A necessidade da elaboração de um documento nesse sentido estaria relacionada a elevada incidência de lesões e mortes relacionadas ao estresse térmico (<em>Exertional Heat Illness</em>), rabdomiólise e falhas cardiorrespiratórias induzidas pelo exercício em atletas na faculdade nos últimos anos. Os dados indicam que as intercorrências e mortes são mais frequentes durante períodos de transição da inatividade física ao treinamento regular. As diretrizes elaboradas pretendem estabelecer limites superiores de volume, intensidade e da razão entre carga/descanso durante os períodos de maior vulnerabilidade entre atletas em períodos de transição. Essas diretrizes auxiliarão preparadores físicos e profissionais de educação Física na elaboração de programas seguros e eficazes para as primeiras 2-4 semanas dos períodos de transição precedidos por momentos de inatividade física ou em função de interrupções no período de treinamento em decorrência de estresse térmico (<em>Exertional Heat Illness</em>), rabdomiólise e falhas cardiorrespiratórias induzidas pelo exercício. Em adição às diretrizes em foco, compreende-se que a pré-participação médica, avaliações e estabelecimento de planos de ação de emergência são fundamentais para a redução da incidência de lesões e mortes em jovens atletas em idade universitária.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Avaliação médica pré-participação. Plano de ação de emergência. Mal cardíaco súbito. Doença causada pelo calor por esforço. Rabdomiólise. Volume de treinamento. Intensidade de treinamento. Relação trabalho-repouso.</p> Frederico Sander Mansur Machado Thaila Andrea Fernandes Pereira Victor Gabriel Barbosa Xavier Vinicius Dias Rodrigues Renato Sobral Monteiro Junior Copyright (c) 2021 Revista Eletrônica Nacional de Educação Física 2021-06-30 2021-06-30 12 17 5 13 ENTREVISTA COM PROFESSOR DR. RENATO SOBRAL DE MONTEIRO JUNIOR - GRUPO DE ESTUDOS GENESIS https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/4307 <p> <strong>Currículo Lattes Renato Sobral Monteiro Junior:</strong> Pós-doutorado em Psiquiatria e Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio de curto prazo na Norwegian National Advisory Unit for Aging and Health (Oslo, Noruega). Doutor em Medicina (Neurologia-Neurociências), pela Universidade Federal Fluminense. Mestre em Ciências do Exercício e do Esporte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Possui graduação em educação física pela Universidade Salgado de Oliveira. É especialista em Fisiologia do Exercício e Avaliação Morfofuncional (UGF) e em Recuperação Musculoesquelética (UniFOA). Professor e pesquisador efetivo da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), atuando no Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Ciências da Saúde (CONCEITO CAPES 6), no Departamento de Educação Física e do Desporto e na Universidade Aberta do Brasil. Professor do Programa de Pós-graduação em Medicina (Neurologia-Neurociências) da Universidade Federal Fluminense. Pesquisador colaborador do Aldring og Helse (Oslo, Noruega) . Foi docente e coordenador do Curso de Bacharelado em Educação Física do Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação - IBMR - Laureate International Universities (2013-2016). Foi docente do curso de educação física da Universidade Iguaçu (UNIG) de 2013 a 2015. Foi Coordenador e Professor do Curso de Pós-graduação Lato Sensu em Biomecânica e Fisiologia do Exercício para o Desempenho Humano (UniFOA) de 2012 a 2014. É pesquisador líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Neurociência, Exercício, Saúde e Esporte (GENESEs - Unimontes), pesquisador do Laboratório de Neurociência do Exercício (LaNEx UFRJ) e do Grupo de Estudos em Neurociência e Exercício (GENE - UFVJM). Pesquisador colaborador da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) na área de Exergames. Sua área de pesquisa é voltada para os efeitos do exercício físico no envelhecimento, neurociência do exercício e reabilitação e treinamento com exercício baseado em realidade virtual. Especialista em revisão sistemática e meta-análise.</p> <p>Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/6708716565086201</p> Vinicius Dias Rodrigues Copyright (c) 2021 Revista Eletrônica Nacional de Educação Física 2021-06-17 2021-06-17 12 17 53 55 HOMENAGEM PÓSTUMA À PROFESSORA MARIA DE FATIMA DE MATOS MAIA - EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIMONTES/MG) https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/4302 <p>Inicialmente queremos agradecer aos Profs. Geraldo Magela Durães e Amário Lessa Júnior, editores da RENEF, pelo convite para participar dessa homenagem à Profa. Dra. Maria de Fatima de Matos Maia. Consideramos que esse é um momento muito especial, um espaço de homenagem a uma excepcional profissional, uma referência para a Educação Física no Norte de Minas, Minas Gerais e no Brasil. O seu inesperado falecimento em 07 de abril de 2021, chocou a todos nós.</p> Jaime Tolentino de Miranda Neto Thatiana Maia Tolentino Fernanda Maia Tolentino Copyright (c) 2021 Revista Eletrônica Nacional de Educação Física 2021-06-30 2021-06-30 12 17 1 4 ASSOCIAÇÃO ENTRE LETRAMENTO EM SAÚDE E A PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS REGULARES ENTRE IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/1936 <div class="page" data-page-number="1" data-loaded="true"> <div class="textLayer">O envelhecimento e as alterações fisiológicas podem comprometer o desempenho do idoso em suas atividades diárias. A prática de Atividades Físicas Regulares (AFR) é reconhecida como uma relevante ferramenta para promoção da saúde e prevenção de doenças. O Letramento em Saúde (LS) se refere às habilidades das pessoas em acessar, compreender, avaliar e aplicar informações relacionadas ao autocuidado e aos cuidados do sistema de saúde tendo em vista a tomada de decisões adequadas. Neste sentido, tem se mostrado um dos principais determinantes em saúde. Objetivo: identificar através de uma revisão integrativa, questões teóricas relacionadas ao LS no que diz respeito a prática de AFR, possíveis associações entre o nível de (LS) e essa prática entre idosos, assim como,suas implicações. Metodologia: foram incluídos artigos publicados em português, inglês e espanhol, disponíveis nas bases de dados Bireme e Pubmed, no período de 2004 a 2019. A análise crítica foi fundamentada na adequação metodológica: delineamento, plano amostral,controle de vieses e nível de evidência.Resultados: foram identificadas as seguintes questões relacionadas ao LS no que diz respeito a prática de AFR: a aprendizagem ativa aumenta os níveis de LS; os instrumentos de avaliação do LS devem ser válidos e confiáveis; LS inadequado foi relacionado ao inadequado cumprimento das diretrizes para a realização de AFR. Quanto às possíveis associações constatou-se que a qualidade do LS foi associada à prática da AFR eque pessoas com adequados níveis deLS, obtiveram diferenças significativas para a adesão e participação em programas de AFR. Quanto às implicações observou-se que: baixos níveis de LS podem promover o declínio físico entre idoso sem função de comportamentos deletérios no que diz respeito à saúde. Conclusão: Questões teóricas importantes foram <span style="font-size: 0.875rem;">identificadas,o LS baixo ou inadequado foi associado com níveis insuficientes, impróprios ou com nenhum tipo de AFR, o que implica em alterações deletérias no organismo de idosos.</span></div> <div class="textLayer"><span style="font-size: 0.875rem;"><strong> Palavras-chaves:</strong>Idoso.Exercício físico.Atividade física.Alfabetização em saúde.</span></div> </div> Emily Souto Martins José Mansano Bauman Marília Lasmar Gomes Pereira Andréa Maria Eleutério de Barros Lima Martins Simone Valéria Dias Souto Santos Claudiana Donato Bauman Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Nacional de Educação Física 2021-06-17 2021-06-17 12 17 23 28 10.46551/rn2021121700047 HABILIDADES MOTORAS E O COMPORTAMENTO DA LATERALIDADE DE IDOSOS PRATICANTES DE GINASTICA NA PRAÇA DO MARACANÃ NA CIDADE DE MONTES CLAROS/MG: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/3124 <p>O objetivo do estudo foi descrever a análise das habilidades motoras e o comportamento da lateralidade em indivíduos acima de 60 anos, tendo em conta a participação em programas de exercício físico em contexto comunitário, onde os mesmos participam do Projeto Ginástica Para Todos na praça do bairro Maracanã na cidade de Montes Claros/MG. Para o efeito foram 5 indivíduos, todas do sexo feminino acima de 60 anos. A bateria de testes psicomotores foi aplicada por acadêmicos do 5º período do curso de Educação Física Bacharelado, da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES). Dos idosos avaliados no presente estudo observou-se que três idosas que praticavam atividade física todos os dias em um período de dois meses, obtiveram um desempenho melhor em relação ao equilíbrio e coordenação motora. Conclui-se que ao final dos testes aplicados para as idosas, os resultados demonstraram grande consistência e satisfação entre os domínios representativos de qualidade de vida, as idosas acreditavam que não conseguiriam executar os exercícios propostos com tanta facilidade, mas fizeram um grande e excelente trabalho, provando para si mesmas que a estratégia está nos exercícios físicos como base de prevenção e tratamento de grandes doenças na terceira idade.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Idosos. Habilidades motoras. Lateralidade.</p> Lawrey Vanessa Rocha Soares Copyright (c) 2021 Revista Eletrônica Nacional de Educação Física 2021-06-17 2021-06-17 12 17 29 38 10.46551/rn2021121700048 INSATISFAÇÃO COM A IMAGEM CORPORAL DE ADOLESCENTES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/3538 <p>Analisar o nível de insatisfação da Imagem Corporal de adolescentes da rede pública de ensino da cidade de Januária/MG. Trata-se de estudo descritivo e transversal, conduzido com 224 escolares de ambos os sexos, idade de 15 a 17 anos das escolas públicas estaduais. Os escolares foram investigados quanto à satisfação com a Imagem Corporal, no qual foi avaliada através da Escala de Silhueta de Stunkard. Os dados obtidos foram analisados por meio da estatística descritiva por meio de frequências absolutas e relativas com o auxílio do Software Microsoft Excel. No presente estudo verificou-se que 78,6% dos adolescentes estão insatisfeitos com sua Imagem Corporal, destes 43,8% estão insatisfeitos pelo excesso de peso, e 34,8% pela magreza. Demonstrou ainda que 21,4 % estavam satisfeitos com sua aparência. O nível de Insatisfação com a Imagem Corporal nesse estudo apresentou altas proporções entre os adolescentes. Essa Insatisfaçãopode trazer inúmeros malefícios a saúde, assim é necessário estratégias de intervenção social, no sentido de evitar a prática de condutas comportamentais não saudáveis.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Imagem Corporal. Insatisfação. Adolescentes.</p> <p>.</p> Larissa Ferreira dos Santos Maria Clara Alvaro Santos Lais Castilho Xavier Felipe Galdino Souza Wellington Alquimim dos Santos Marcelo Figueiredo dos Santos Douglas Barbosa Rodrigues Nivea Maria de Oliveira Jaques Ney Silva Santana Adelson Fernandes da Silva Copyright (c) 2021 Revista Eletrônica Nacional de Educação Física 2021-06-17 2021-06-17 12 17 39 52 10.46551/rn2021121700049 FREQUÊNCIA DE ATIVIDADE FÍSICA E DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM UM PROGRAMA SOCIAL https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/renef/article/view/3828 <p>O presente artigo teve como objetivorelacionar a prática de atividade física com algumas doenças crônicas não transmissíveis. O estudo é epidemiológico, transversal e analítico e conta com 542 participantes de um programa social frequentes às atividades orientadas,com idades de 12 a 84 anos. Foirealizada uma análise descritiva, com frequência simples e porcentagem e amagnitude da associação entre as variáveis dependente e independente foi avaliada pela Razão de Prevalência (RP) bruta e ajustada, estimada mediante o modelo de Poisson com variância robusta.A maioria da amostra é praticante de atividade física três vezes ou mais por semana, diabéticos (5,4%), hipertensos (26,2 %), jovens adultos &lt;40 anos (46,1%), pessoas que sentem dores corporais (34,3%) e 36,8% das pessoas analisadas sentem dores na coluna. Noteste do quiquadrado foi observado associação da frequência de atividade física com o estado civil (p= 0,045). Nesse estudo não ficou comprovado associação entre a frequência de atividade física e as doenças crônicas não transmissíveis à saúde.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Atividade Física.Hipertensão.Diabetes.</p> Maria de Fatima Matos Maia Celina Aparecida Gonçalves lima Mateus Nobre Braulino Jean Claude Lafetá Jaime Tolentino Miranda Neto Thatiana Maia Tolentino Copyright (c) 2021 Revista Eletrônica Nacional de Educação Física 2021-06-30 2021-06-30 12 17 14 22 10.46551/rn2021121700046