Revista Caminhos da Historia https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria <p>A Revista Caminhos da História é uma publicação do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). Trata-se de um periódico semestral, recebendo submissão de artigos em fluxo contínuo. São bem-vindas contribuições de pesquisadorxs e professorxs de outras instituições; efetivamente, tem-se conseguido este intento, com a publicação de artigos de diversas regiões do país, inclusive do exterior. </p> Editora Unimontes pt-BR Revista Caminhos da Historia 1517-3771 Nota de Lectura https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/241-244 <p>Resenha do Livro:</p> <p> </p> <p>CAZETTA, Felipe. Fascismos (?): análises do integralismo lusitano e da ação integralista brasileira (1914-1937). 1. ed. Jundiaí: Paco editorial, 2019.</p> <p> </p> Jordi Estivill Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 Editorial https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3688 <p>Editorial do dossiê e da edição.</p> Ester Liberato Pereira Rafael Dias de Castro Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 1 3 Mulheres do campo, sindicalismo e ação política: a construção histórica da categoria trabalhadora rural https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3699 <p>Neste trabalho analiso a ação política de trabalhadoras rurais que ao longo da década de 1980, protagonizaram um movimento político por reconhecimento do seu trabalho e direitos. Tal análise se desenvolve a partir de cartas de trabalhadoras rurais enviadas à Assembleia Nacional Constituinte e de narrativas orais da Sra. Zenóbia Cedorak de Godoy, sindicalista rural atuante na região central do Paraná. A ideia é mostrar como as categorias Trabalhadora Rural, Gênero e Divisão Sexual do Trabalho se entrelaçam a uma conjuntura de resistência histórica do campesinato brasileiro.&nbsp;Dessa forma, examino a construção coletiva da categoria política Trabalhadora Rural e, mais especificamente, o processo de inclusão e participação (marcado por práticas discriminatórias) das mulheres trabalhadoras rurais no Sindicato Rural de Pitanga, localizado na região Central do Paraná, importante agenciador dos debates sobre direitos previdenciários e participação política das mulheres.&nbsp;Conforme Cordeiro (2006), o uso da nomeação Trabalhadora Rural é bastante recente no Brasil. Desse modo, a partir das memórias da sindicalista e trabalhadora rural Zenóbia Cedorak de Godoy, investigo as nuances das práticas políticas de mulheres do campo que reivindicaram uma única identidade, a de<em> mulheres trabalhadoras rurais</em>, recusando classificações que as identificavam como <em>do lar </em>e, em decorrência, associando-as à esfera doméstica/reprodutiva, assim como negando-lhes direitos.</p> Marisangela Lins de Almeida Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 165 184 A cena musical “blues” de Fortaleza 1989-1992: os primeiros momentos do Blues Pai D’Égua https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3700 <p>Este texto tem o objetivo de analisar os primeiros momentos da chamada cena musical “blues” em Fortaleza, entre os anos de 1989 e 1992. Nesse espaço de atuação marcado por uma produção musical e que posteriormente, na segunda metade da década de 1990, seria simbolicamente denominada de <em>Blues Pai D’Égua</em>, evidenciamos sujeitos os quais contribuíam para o desenvolvimento e efetivação do “blues” em Fortaleza. Quanto aos seus primeiros anos, a cena musical gradualmente se integrava e se destacava no contexto musical fortalezense por meio do crescimento do público, aumento de shows ou surgimento de artistas que participavam de diferentes shows em lugares como a barraca <em>Kafua </em>(na região litorânea da cidade, especificamente na Praia do Futuro). Ainda sobre essa cena musical identificamos sua ligação com as movimentações vinculadas ao “rock ‘n’ roll”, porque a presença de agentes que produziam esses dois gêneros musicais significava atuação para essas produções. Interligados, eles (por meio dos sujeitos envolvidos) construíam uma Fortaleza jovem e inquieta. Para fomentar teoricamente o texto apresentamos o conceito de cena musical; já em termos metodológicos evidenciamos principalmente os materiais hemerográficos com base em reportagens dos jornais <em>O Povo</em> e <em>Diário do Nordeste</em> (jornais de grande circulação no Ceará).</p> Leopoldo de Macedo Barbosa Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 185 205 Outras vozes da canção popular brasileira https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3701 <p>Este ensaio apresenta algumas inflexões acerca da historiografia da música brasileira e a utilização da canção popular enquanto fonte utilizada no processo de ensino e aprendizagem em história, através de perspectivas sublinhadas por Jörn Rüsen, com enfoque nas manifestações socioculturais ligadas a produção musical das décadas de 1960, 70 e 80. Enquanto objetivo propõe chamar a atenção e discutir a inserção de canções populares produzida por músicos, intérpretes e compositores que estiveram desvinculados dos meios de comunicação de massa e da indústria fonográfica, apontando para a ampliação dos horizontes de pesquisa, ensino e aprendizagem em história, orientados por identidades e temporalidades que permeiam as pluralizadas culturas populares enquanto manifestações de conformismo e resistência.</p> Leandro Braz da Costa Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 206 220 Desafios do aprender a ensinar História: reflexões sobre o livro didático a partir do Projeto Pibid (Fahist) https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3702 <p>O artigo apresenta uma síntese das atividades desenvolvidas no Projeto Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) da Faculdade de História da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa, Marabá-PA) para analisar o livro didático de História como objeto de pesquisa. Como procedimento metodológico, recorremos à literatura especializada e à análise de um dos livros usados na escola onde o projeto foi desenvolvido. As análises permitiram identificar que o livro em questão apresenta uma narrativa estruturada de forma linear e cronológica por meio de uma exposição descritiva dos acontecimentos, o que pode não contribuir para o entendimento da historicidade dos conteúdos narrados. Da mesma forma, identificou-se como a abordagem apresentada mantém uma perspectiva eurocêntrica, mesmo tratando de uma temática sobre povos africanos.</p> Erinaldo Cavalcanti Izanne Carvalho Camila Maria Caetano Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 221 240 Apresentação - Dossiê - História das Diversões: algumas possibilidades investigativas https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3689 <p>Apresentação do Dossiê: História das Diversões.</p> Igor Maciel da Silva Sarah Teixeira Soutto Mayor Cleber Dias Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 4 8 Itinerantes e Citadinos: a Companhia de Teatro Coimbra e suas interações com a população de Diamantina/MG https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3690 <p>O Teatro de Santa Izabel foi, ao longo da segunda metade do século 19, um dos principais espaços de divertimento da cidade de Diamantina/MG. A presença da Companhia Coimbra no ano de 1899, no entanto, chama a atenção não só pelo tempo em que esteve na cidade, mas pelos constantes noticiários carregados de elogios por sua atuação. Assim, este estudo analisa a presença da Companhia Coimbra na cidade durante o ano de 1899, não só na perspectiva das apresentações realizadas no teatro em questão, como também suas demais contribuições à população local ao longo dos nove meses em que estiveram na cidade. Constatando que além de beneficiar na manutenção das atividades públicas de diversão, a companhia contribuiu inclusive com instituições locais e com o aprendizado de parte da população para a atuação no campo teatral.&nbsp; A análise foi feita a partir da consulta dos periódicos de circulação no município, os quais se encontram disponíveis em arquivo físico, na Biblioteca Municipal Antônio Torres, e digital no Arquivo Público Mineiro, bem como consultas à memorialistas diamantinenses.</p> Ronaldo Flaviano de Souza Junior Renata Cristina Simões de Oliveira Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 9 30 O teatro em Mato Grosso (1877-1928) https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3692 <p>Este artigo descreve como esteve organizado o teatro em Mato Grosso no período de 1877 a 1928. Em 1877 surgiu a “Amor à Arte”, uma instituição teatral que se destacou na óptica da imprensa. Em meados de 1928, os empresários mato-grossenses vislumbram o teatro como algo promissor para o mercado de entretenimento. Em termos metodológicos, a pesquisa se caracterizou por um estudo histórico, utilizando-se de jornais publicados do estado de Mato Grosso, digitalizados e disponíveis na hemeroteca digital, no primeiro semestre de 2016. Identifica-se que os espaços físicos do teatro em Mato Grosso eram todos particulares e tinham estruturas incipientes; as instituições/agremiações teatrais buscavam promover distrações por meio de espetáculos teatrais ou outros divertimentos; essas instituições não sobreviviam por muito tempo, principalmente por falta de recursos financeiros. Além dessas instituições amadoras, apareceram também as companhias itinerantes que se instalavam em Mato Grosso por tempo determinado. Constata-se ainda que as comédias, os vaudevilles, as operetas, as zarzuelas e o teatro de revista foram os gêneros apresentados em Mato Grosso e os telespectadores, eram na maioria das vezes pessoas mais elitizadas.</p> Marcela Ariete dos Santos Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 31 53 “A los toros!”: as touradas em Feira de Santana (1893-1905) https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3693 <p>Almeja identificar e analisar os espetáculos tauromáquicos promovidos em Feira de Santana, Bahia, na transição do século XIX ao XX. Considerado o uso dos periódicos como fonte histórica, foram consultados jornais publicados em Feira de Santana e outras regiões no período. Nos espetáculos feirenses, foram identificados toureiros profissionais espanhóis e animais selecionados de fazendas da região. Existiram eventos que não fizeram diferenciação etária ou de gênero nos valores das entradas do espetáculo, porém ocorreu distinção social com a comercialização de variados tipos e valores de ingresso. Para atender as touradas feirenses, existiram arenas armadas provisoriamente em espaço já projetado, o hipódromo, ou em área aberta contígua ao traçado urbano orgânico, o Campo do Gado. Assim como em outros divertimentos que aportaram à cidade, o transporte ferroviário teve implicação decisiva na interiorização das touradas. Conclui-se que a <em>fiesta de los toros</em> se expressou na cidade como uma diversão mercantilizada, exibida de maneira esporádica por companhias tauromáquicas itinerantes. As práticas experimentadas não foram capazes de transformá-la em um divertimento tradicional na urbe.</p> Fábio Santana Nunes Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 54 79 Volley-ball e Basket-ball no sertão mineiro: o advento dos esportes americanos em Montes Claros-MG na primeira metade do século XX https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3694 <p>O presente artigo tencionou investigar a veiculação e desenvolvimento dos esportes americanos (voleibol e basquetebol) na cidade de Montes Claros, sertão de Minas Gerais, na primeira metade do século XX, e sua profunda relação com um evidente processo de incremento de uma cultura esportiva local. Como método, foram analisadas reportagens do principal periódico citadino no período, o “Gazeta do Norte”, disponibilizado pelo acervo do Centro de Pesquisa e Documentação Regional (CEPEDOR), organizado e gerenciado pela Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES). Foi possível notar que, ao passo em que entidades como escolas e associações vão surgindo, algumas práticas esportivas destacam-se no projeto modernizador/civilizatório em curso, para além do decantado e popular futebol. Notadamente as noções de progresso e civilidade aparecem como justificativas para o crescimento dessas práticas, imbuídas do espírito de uma sociedade que almejava alcançar um padrão de cultura social elevado, com nítida referência às principais cidades brasileiras. A ocorrência dos festivais esportivos no período, com destaque às partidas de voleibol e basquetebol, acentua a busca da distinção de uma coletividade atenta às novidades modernas, especialmente pelo viés do esporte. Esse cenário, constitutivo de equipes competitivas/representativas, desembocaria com mais ênfase na construção da Praça de Esportes Minas Gerais (ou Montes Claros Tênis Clube). No entanto, todo este panorama representa um claro intento: a adesão ao processo civilizador e moderno, articulado ao particular contexto da cidade.</p> Rogério Othon Teixeira Alves Georgino Jorge de Souza Neto Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 80 97 Bloco afro Ilê-Aiyê: uma história de luta antirracista https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3695 <p>O presente trabalho tem como objetivo apresentar reflexões sobre a história do Bloco Afro “Ilê Aiyê” e seus impactos sociais. Trata-se de um bloco de carnaval que foi fundado em 1974 na cidade de Salvador/Bahia que transborda suas realizações para além dessa festa e que tem forte papel social na luta pela igualdade racial. O processo de constituição do bloco, suas práticas educativas (Banda Erê, Escola Mãe Hilda e Projeto de Extensão Pedagógica), artísticas (Banda Aiyê) e a Noite da Beleza Negra revelam importantes aspectos de sua história. A revisão de literatura de teses e dissertações sobre esse contexto indicam que as características do bloco, suas práticas cotidianas de produção, divulgação, compartilhamento e fortalecimento da cultura afro-brasileira e, especialmente, de empoderamento da mulher negra, apresentam-se como tempos/espaços de ações de luta antirracista. A eleição da Deusa do Ébano na Noite da Beleza Negra é um importante exemplo dessa função social desempenhada pelo bloco. Além disso, geram impactos na comunidade em que o bloco está inserido e, de forma mais ampliada, nacionalmente uma vez que o Ilê Aiyê influenciou e influencia diversas ações antirracistas no país.</p> Juliana Araujo de Paula Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 98 111 Os traçados históricos das Ruas de Lazer presentes na “abertura” da Avenida Paulista https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3696 <p>O presente artigo busca apresentar de que forma os traçados históricos das Ruas de Lazer existentes em São Paulo desde 1976, compuseram a mobilização acerca da abertura da Avenida Paulista para os pedestres a partir de 2015. Para tanto, utilizou-se da revisão bibliográfica e análise de dados secundários (<em>sites</em> de notícias e <em>blogs </em>da cidade de São Paulo) com vistas a compreender como ocorreu tal processo. De forma preliminar, verificou-se que a implantação do <em>Programa Ruas Abertas</em> na Paulista foi cercada por embates e disputas, sendo o seu uso para o lazer um dos principais argumentos dos grupos favoráveis à abertura. Além disso, este estudo possibilitou a identificação de similaridades e contrariedades entre as Ruas de Lazer que se difundiram em São Paulo a partir de 1976, e o uso da Avenida Paulista após sua “abertura” em 2015. Por último, o exercício da cidadania, por meio da apropriação das ruas pelos próprios cidadãos, parece ocupar centralidade – ainda que indiretamente – no processo de ressignificação da Avenida Paulista.</p> Jordania de Oliveira Eugenio Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 112 127 A construção da ‘capital brasileira da aventura’: a transformação da cidade de Brotas em destino turístico-esportivo nas décadas de 1980 e 1990 https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3697 <p>O artigo objetivou analisar a transformação da cidade de Brotas, localizada no interior do estado de São Paulo, em importante destino turístico-esportivo, situação que possibilitou uma construção discursiva que autodenominou a localidade como “capital brasileira da aventura”. A especificidade da formação geológica da região alia-se à veiculação de narrativas fundadoras fragmentadas, provenientes de documentos do início do século XX, que conferem à cidade uma vocação natural e espontânea para a prática do turismo de aventura. No entanto, a presente investigação demonstra, por meio da fala de pessoas que foram importantes para a transformação da cidade em destino turístico de aventura, uma construção pensada segundo negociação de interesses específicos daquele momento histórico (décadas de 1980 e 1990), tais como o desenvolvimento do ecoturismo esportivo como alternativa econômica rentável e menos predatória, ainda que também produtora de certos impactos mal geridos.</p> Marília Martins Bandeira Sarah Teixeira Soutto Mayor Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 128 147 O maior cinema na história de Barbacena: panorama dos primeiros anos do Cine-Theatro Apollo (1923 a 1925) https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/caminhosdahistoria/article/view/3698 <p>O objetivo deste artigo é apresentar um panorama dos primeiros anos de funcionamento do <em>Cine-Theatro Apollo</em>, o cinema de rua de Barbacena, Minas Gerais, que esteve em atividade por maior número de anos, respectivamente de 1923 a 1998, a fim de entender como se deu o funcionamento, qual a equipe de trabalho, público, filmes e programações. O recorte temporal começa em 1923, ano de inauguração do recinto, e finda em 1925, período em que a casa foi arrendada pela primeira vez. Para isso recorreu-se especialmente a pesquisa documental com jornal, revista e entrevista. Como conclusão apresenta-se que a casa abrigou diferentes tipos de programações adulto, infantil, artística e beneficente; contemplou a presença de diferentes estratos sociais, incluindo pessoas brancas e negras; inovou na compra de filmes e, por fim, incluiu mulheres de modo público em sua equipe de trabalho.</p> Igor Maciel da Silva Copyright (c) 2021 Revista Caminhos da Historia 2021-01-05 2021-01-05 26 1 148 164