Algumas contribuições de Deleuze para pensar a sociedade de controle e o microfascismo

Flávia Cristina Silveira Lemos, Leandro Passarinho dos Reis Júnior

Resumo

O artigo visa pensar com Deleuze os acontecimentos, os quais nos atravessam como fascismos no presente. A crítica ao moralismo e ao legalismo bem como ao dever ser naturalizado é parte das análises realizadas nesse texto. Busca-se interrogar os ódios e ressentimentos, movimentados na política e na estética do terror, atualizados hoje. A produção da verdade tem uma história e as normas e leis também. Analisar a apropriação moral de relações e acontecimentos pelo uso estratégico de um jogo entre normas e leis operacionalizado por uma multiplicidade de instâncias de regulação social. No bojo dessas práticas, Deleuze ressaltou o surgimento da sociedade de controle como ampliação da vigilância, da lógica empresarial da vida, da crise das instituições e da utilização do marketing enquanto vetor de modulação da moral e do comércio de tudo e de todos, de forma antiética e fascista.

Palavras-chave

Fascismo; Subjetividade; Controle; Ética; Deleuze.

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